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"Política" Category


A Ironia dos DEMOS


Tuesday, April 15, 2008

Cesar Maia, o prefeito dengoso do Rio, recentemente em seu ex-blog (aquele em que ninguém  pode comentar), vem tratando das indenizações que o Estado paga as vítimas do Regime Militar no Brasil. Maia vem pagando no pé mais especificamente de Fernando Gabeira, que não recebeu indenização mas sim, contou os anos em que esteve envolvido com a Guerrilha e no exílio como  tempo de serviçoo a constar em sua aposentadoria.

Cesar Maia chama as indenizacoes de “Bolsa Ditadura”. É meio chato um prefeito dos DEMOS, ex-PFL, ex-Arena que era uma das bases que sustentou os militares no poder utilizar-se de ironias ao se referir as indenizações que as vítimas do regime recebem atualmente.

Mas a questão vai além disso. Cesar Maia não tem cacife para falar de ninguem que tenha se envolvido em lutas políticas. Ele e seu filhote, Rodriguinho Maia, são daqueles que nao querem saber de transformar o mundo. Seguem o que lhes e imposto e acham oportunidades de se dar bem nesse contexto. Diante da impossibilidade de enxergarem mudancas e novos caminhos, veêm aqueles que propõe mudanças como aberrações. Não é nem pelo fato de serem de direita não, pois existe mundo afora políticos e intelectuais de direita com muito mais cacife para fazer críticas e ironias a quem quer que seja que os membros dessa familia… Vide os próprios Conservadores no Reino Unido, cujas ideias e plataformas os DEMOS copiam descaradamente no Brasil e tratam como se fossem suas.

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2 Brasis


Monday, April 14, 2008

Lí isso hoje no Viomundo e você deveria ler também. Em visita recente ao Brasil, o ex-presidente português comentou sobre como percebeu que a maneira como a mídia retrata o país, não condiz com o que a população vivencia no cotidiano. Segue texto de Tarso Genro comentando o assunto:

O BRASIL DA MÍDIA E O BRASIL REAL
por Tarso Genro

Em artigo publicado recentemente, o ex-presidente de Portugal, Mário Soares, apresentou suas impressões sobre a atual situação brasileira. Soares esteve no Brasil em fevereiro e percorreu três das mais importantes cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Brasília). Na ocasião, encontrou-se com o presidente Lula e com algumas de nossas mais expressivas lideranças oposicionistas - FHC, Aécio Neves e José Serra. O líder português constatou a existência de duas “realidades” bem distintas: uma encontrada nas páginas de nossos principais jornais e nas imagens da TV (que parece retratar um país “à beira de um colapso”); e outra verificada no cotidiano dos brasileiros (que percebem que seu país “está a dar certo”).

São dois “brasis” que não se comunicam e se estranham: um certo Brasil da mídia e o Brasil real. De um lado, na mídia, uma agenda de crise interminável e, de outro, o Brasil retratado pelo otimismo e pela ascendente relevância do país no cenário mundial. É o Brasil, segundo Soares, da “inflação baixa” e “controlada”, no qual o “emprego tem subido espetacularmente e a pobreza diminui de forma sensível”.

Naquele primeiro Brasil, o governo Lula é retratado com ironia, agressividade e parece não ter orientado um espetacular aumento das reservas internacionais (US$ 162,9 bilhões nos últimos 12 meses) ou uma expansão recorde das exportações. E menos ainda parece ter algum mérito a passagem do Brasil à condição de credor no mercado internacional, resultado obtido pela atual equipe econômica.

A crise da dívida, deflagrada há quase três décadas, encerra-se sob o governo Lula sem que a maioria dos cronistas credite este fato ao acerto do presidente na condução da política macroeconômica. Para o ex-presidente Mário Soares, onde Stefan Zweig enxergava um “país de futuro”, hoje é possível identificar uma “incontornável realidade” positiva.

Não se trata, por óbvio, de supor a existência um governo sem defeitos, mas sim de enfrentar um falso nivelamento, através do qual parte da mídia torna-se o centro de elaboração intelectual de um oposicionismo extremo. Vejamos, então, alguns dos principais argumentos que circularam nos últimos dois anos, cuja síntese podemos organizar em alguns breves postulados:

De um lado, uma agenda de crise interminável e, de outro, o Brasil retratado pela ascendente relevância do país no cenário mundial.

1. “O Brasil vai bem porque o cenário internacional é favorável”: acadêmicos e técnicos - das mais distintas vertentes ideológicas - são categóricos ao afirmar que o país nunca esteve tão preparado para enfrentar uma turbulência externa como agora. É um cenário decorrente diretamente da redução da vulnerabilidade externa e da ampliação de nossas reservas internacionais - resultado obtido pelo atual governo.

2. “A política internacional de Lula vai fracassar”: a postura do Brasil, não apenas no que se refere às relações com o G-8 ou com os EUA, mas também em relação aos demais países de nosso continente, nos situa em uma posição destacada de referência política na América Latina. A posição do Brasil, por exemplo, diante dos incidentes diplomáticos envolvendo o Equador e a Colômbia, bem como os resultados da última reunião do Conselho Permanente da OEA, confirmam o acerto da política externa brasileira, que transforma o país em peça-chave do equilíbrio regional e em importante interveniente no cenário global.

3. “Lula segue fazendo o mesmo que FHC na área econômica, por isto estabilizou a economia”: este, sem dúvida alguma, é o mais visivelmente inverídico dos argumentos. A política de recuperação do valor real do salário mínimo, de reestruturação do setor público e a ampliação dos investimentos em infra-estrutura e em políticas sociais posta em prática pelo atual governo levaria, segundo a ortodoxia neoliberal, à elevação da inflação, do desemprego e da informalidade nas relações trabalhistas. Erro: de 2003 a novembro de 2007, foram criados no país 6,6 milhões de empregos com carteira assinada e o salário mínimo teve um aumento real de 46,7%. O país cresce há 23 trimestres consecutivos. O atual desempenho do PIB só encontra paralelo nos anos do “milagre econômico” do regime militar, com a diferença fundamental, agora, de associar crescimento econômico com distribuição de renda e respeito às instituições democráticas.

4. “O governo Lula é conivente com a corrupção”: omitem que o combate aos crimes de colarinho-branco teve um grande incremento no atual governo. Somente no ano de 2007, a Polícia Federal totalizou 457 capturas por suspeitas de improbidade, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, além de realizar outras 40 grandes operações. É possível afirmar que o país jamais combateu a corrupção como agora. Dezenas de investigações e operações que buscam “pessoas” - e não “partidos” - em ações delituosas foram promovidas e estão em andamento, cumprindo orientação direta do presidente, de combater sem tréguas à corrupção.

Por fim, cumpre informar que a opinião de Mário Soares encontra eco em outras análises realizadas por diferentes órgãos da imprensa internacional. A revista britânica “The Economist”, há algumas semanas exaltou em suas páginas o sucesso do programa Bolsa Família. Da mesma forma, o periódico londrino “Financial Times” dedicou-se, recentemente, a analisar o excelente momento econômico vivido pelo país. O jornal “The Guardian” não poupou elogios ao governo Lula, recentemente. Estas análises contrastam com artigos, veiculados no Brasil recentemente, que inclusive expressam “indignação” diante do fato de que beneficiários do Bolsa Família, com sua renda familiar, adquiram eletrodomésticos. Seria um consumismo absurdo!

Neste ritmo, provavelmente, nossos futuros historiadores terão de recorrer à imprensa internacional caso pretendam analisar, com alguma profundidade, o que sucede atualmente no país. É forçoso reconhecer, no entanto, que somente a liberdade de imprensa nos salva da treva absoluta da desinformação, ainda que as luzes estejam hoje concentradas em alguns periódicos ou páginas e blogs na internet, e mesmo em poucos espaços da chamada grande mídia, como prova a manchete deste jornal no dia 3 de março deste ano, citada como epígrafe.

Tarso Genro é ministro da Justiça

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Berlusconi


Tuesday, April 8, 2008

Essa histária ta rodando aqui hoje o departamento… Isso é que é político!

Berlusconi Says Women in Opposition Are Uglier, Less Educated By Flavia Krause-Jackson

April 8 (Bloomberg) — Silvio Berlusconi, running to be Italian prime minister in next week’s elections, said the opposition had poor taste in women and their female politicians
were uglier and less educated than their counterparts in his party.

“The left doesn’t even have good taste when it comes to women,” Berlusconi told Sky TG24 in a television interview today. The women in his People of Liberty party “are more beautiful and moreover all have super degrees. When I say ours are better looking it’s because I look around in parliament and there really is no comparison.”

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Apanhar calado?


Friday, April 4, 2008

Quem apanha calado é boxeador, Dilma Rousseff pôs a boca no trombone hoje:

O fato é, a conceituadíssima revista Veja inventou um dossiê, atribuiu a sua divulgação e confecção ao Governo e mais especificamente a Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. A imprensa cai na conversa da Veja e comeca-se a falar que a Dilma iria cair pela sua suposta fala de carater…

Eis que surge Álvaro Dias um digníssimo senhor que é Senador da República pelo PSDB e lhe é atribuida o vazamento dos dados para a imprensa. Álvaro Dias quando da divulgação do suposto dossiê pela Veja e sua consequente repercusão ficou na miúda, deixando a corda arrebentar pra Casa Civil e pra uma funcionária específica, que trablha com Dilma. Depois de descoberto, com a cara mais limpa do mundo vem a público dizer que não fez nada de errado e que isso é normal. Sinto muito, mas mal caratismo não é normal. Na terra onde eu vivo, uma demonstração tão nítida de falta de carater custaria o mandato desse senhor. E quem cobraria sua saída seria o próprio partido. No Brasil não… No Brasil ficam todos com uma pá, tentando limpar e amenizar imediatamente as cagadas de seus “cumpadres”.

Ora, como bem disse Dilma em sua coletiva de imprensa o vazamento dessas informações foi criminosa. Quem quer que seja que tenha acessado esses dados e os entregue a Álvaro Dias cometeu um crime. E Álvaro Dias tambem cometeu um crime, por disponibilizar a imprensa dados obtidos de forma ilegal, e há uma agravante aí pra Álvaro Dias e para a Revista Veja, que é o fato de noticiarem informações FALSAS. Qual o intuito de omitir informações e publicar outras falsas?

Lí em algum lugar que a questão no Brasil não é de liberdade de imprensa ou etc. É de justiça. Crimes são cometidos pela imprensa, pela mídia e seus “informantes”. Tem que levar pro pau. Quando as empresas jornalísticas começarem a sentir no bolso o preço por suas pataquadas e armações, talvez tomem jeito. E o mesmo com figuras repugnantes como Álvaro Dias que se envolve nesses esquemas e armações. Liberdade de imprensa é uma coisa. Abuso é outra…

Sobre a matéria da Globo, só devo dizer que é risível. Vão colher opiniões de quem? Dos mesmos papagaios de pirata de sempre. Marco Aurélio Mello, que deveria calar a boca pra honrar o cargo que ocupa. Ministro do Supremo não tem que ficar dando opinião sobre fatos políticos. E Arthur Virgílio, que sempre tem enriquece o Jornal Nacional com seus comentários e pontos de vista riquíssimos. Toda a representatividade que esse senhor tem é o espaço que ele tem na Globo. Ele não conseguiu obter 1% dos votos pra Governador do Amazonas no 1o turno. É patético. E assim vamos… Com toda essa oposição sem a menor compostura, e sem o mínimo de vergonha na cara, e essa mídia que se presta a um papel mais ridículo ainda de colocar sua estrutura e influência a serviço desses dementes…

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Bruni e Sarkozy


Thursday, March 27, 2008

 

Sr. e Sra. Sarkozy chegam no Reino Unido para a primeira visita oficial de um chefe de Estado frances ao pais em 12 anos. Enquanto Sarkozy brinca de chefe de Estado, fico imaginando que das poucas coisas certas que ele pode ter feito na vida foi se casar com Carla Bruni. Quanto a Bruni, tadinha, de todas as besteiras que ela ja fez na vida dela, se casar com Sarkozy certamente foi um das maiores.

E enquanto os dois se misturam a realeza, e Sarkozy discute politica com Gordon Brown, todo mundo so quer saber mesmo e das fotos da Carla Bruni pelada.

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Jornalistas e suas Cruzadas


Tuesday, March 25, 2008

Momento interessante no Brasil. Há duas cruzadas em curso, de dois dos melhores jornalistas que o país já teve. São jornadas solitárias, contra mega empresas e interesses comerciais…

Um é Luiz Nassif, com o dossiê que vem escrevendo sobre a Revista Veja. Nassif vem mostrando por A + B como funcionam as relações, interesses e teias que constroem o jornalismo porco da Veja. Nassif, que tem um blog hospedado no IG vem aglomerando uma rede de fieis leitores e mobilizando a Internet no Brasil em torno de seus textos e de seu blog. A Veja é a revista mais lida do país, a principal publicação do Grupo Abril, um dos maiores publishers da America Latina, que já vem contra-atacando Nassif com ações judiciais…

O outro é Paulo Henrique Amorim, que vem escrevendo uma série de textos com informações, análises e acusações acerca da compra da Brasil Telecom pela Oi. Por conta de seus textos, e talvez, da agressividade com que coloca as suas acusações, acabou tendo seu blog “guilhotinado”. Seu blog era hospedado no portal IG, que é da Brasil Telecom. Os interesses da Brasil Telecom em ver a operação conretizada é óbvia e PHA estava tentando ver até onde podia chegar com suas informações e seus textos. Provavelmente a direção da Brasil Telecom estava também vendo aonde ele iria chegar. Quando pegou no tendão, o blog foi guilhotinado e PHA foi obrigado a inaugurar seu proprio site independente: www.paulohenriqueamorim.com.br

Tenho mais fé em cruzadas pessoais do que aquelas levadas a cabo por empresas ou corporações. Empresas de mídia se travestem de idôneas e isentas. Vestem a máscara da moralidade para levar, assim, os interesses comerciais/políticos/econômicos de seus donos e ou grupos de interesse.

Indivíduos não tem essa chance… Indivíduos são indivíduos, e seus objetivos/motivos são/seriam facilmente escancarados.  Indivíduos também não contam com mega estruturas de poder. Advogados, administração, etc… etc… São bem mais frágeis. Por isso boto fé no que PHA e Nassif vem fazendo. E admiro a coragem e determinação dos dois… Interessante notar que eles não poderiam fazer o que vem fazendo dentro de NENHUM veículo de mídia (a não ser que fosse ao encontro dos interesses desse veículo), e o espaço encontrado foi a Internet. O único lugar onde eles conseguem agir de forma independente…

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Cuba


Sunday, March 2, 2008

O blog do Milen está de parabéns. Em um texto de um convidado, Marcos Lacerda, redator chefe da Vogue nos anos 90, temos uma diferente percepção do que é Cuba, e de quem foi Fidel. Nada como ler um texto bem escrito, uma perspectiva invejável, de alguém com uma percepção muito acurada do mundo. Longe dos textos vulgares da Veja e dos lugares comuns do noticiário televisivo.

O texto começa assim:

Em meados dos anos 80, o dono da edição brasileira da revista Vogue, Luís Carta, estava de mudança para a Espanha onde assumiria o comando da Vogue daquele país e me convidou para ocupar o seu lugar no Brasil. Depois de alguns meses de negociação, aceitei a proposta de deixar o jornal O Estado de S. Paulo para tornar-me redator-chefe da revista, que ocupava um agradável sobrado na avenida Brasil, em São Paulo.

Como redator-chefe de uma publicação voltada para a moda, passei, pela primeira vez, a freqüentar um mundo de luxo desaforado, ao qual só teria acesso como penetra, pois o salário que ganhava era suficiente apenas para levar uma vida decente. Quando dei por mim, estava comprando coisas que não queria com dinheiro que não tinha, para exibir o que eu não era a uma gente da qual não gostava e, em muitos casos, mal conhecia. A sensação incômoda de fingir um status que não tinha era compensada pelas viagens para realizar edições especiais da Vogue em outros países. Foi a partir dessa época que comecei a conhecer o mundo.

Leiam o restante no blog do Milen. Imperdível.

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Lulão entrando em ação


Friday, February 29, 2008

Sinceramente… Já passou da hora… Como o Leozito já havia dito em seu blog, quem apanha calado é boexador. Lula ficava ouvindo o Willian Bonner detonando o seu governo. ACM Neto detonando o seu governo. FHC detonando o seu governo. O Ministro Mello detonando seu governo… Com todos esses merdas falando dele, e ele não respondendo, acabou estourando… Vejam só!

Isso foi ontem, parece…

O ministro Melo ficou pianinho depois dessa:

Marco Aurélio declarou nesta sexta que não tem qualquer pretensão política.“Sou juiz 24 horas por dia. Ocupo uma das 11 cadeiras do STF e isso me honra muito. Sou um homem realizado como julgador, exercendo essa missão com independência”, declarou o ministro.Na véspera, Lula falou, sem citar nomes, que “é preciso perguntar a quem falou essa sandice se ele quer ser ministro da Suprema Corte ou político”.“Ele [o presidente Lula] não precisa ficar assustado imaginando que há essa pretensão [de se candidatar]. Que ele se tranqüilize. Também não o imagino ocupando a cadeira judicial”, ironizou.

Antes disso foi essa:

Lula diz que oposição tenta impedi-lo de governarO presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou nesta quinta-feira a oposição de tentar impedi-lo de governar o país. A declaração de Lula foi uma resposta à ameaça do PSDB e do DEM de ingressarem na Justiça contra o programa Territórios da Cidadania, lançada nesta semana pelo governo federal. “A oposição quando esteve no governo não governou e agora eles tentam impedir que você faça política social, tentam impedir que você atenda aos interesses do povo achando que é eleitoreiro”, afirmou o presidente, durante evento em Quixadá, no sertão cearense, que foi o primeiro dos vários lançamentos do novo programa que Lula fará pelo país afora. (Portal Uai)

Acontece, que os DEMOS, o ministro Marco Aurélio Melo, e o William Bonner são todos a mesma coisa. Oposição.

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Piadas de Salão dos Democratas


Friday, February 22, 2008

Ontem parece que passou o programa eleitorial dos DEMOS na TV no Brasil:

Coisas a notar:

. Início - Kassab e seu sonho Orweliano.
. 2:20 - ACM Neto, o galã dos DEMOS, dando uma de Luciano Huck.
. 2:45 - Demóstenes Torres, sem ter o que falar, comenta sobre a pauta data pelos produtores do vídeo.
. 4:03 - César Maia mostra suas obras sem ao menos ter que por o pé nelas. Tudo filmado em Blue screen. César Maia não vai por o pé onde o populacho frequenta, vai?
. 5:42 - José Agripino comenta a logo dos DEMOS, copiada do Partido Conservador inglês.
. 5:49 - Efrain Filho está falando… Quem diabos é esse moleque? Aposto que é filho de algum figurão.
. 8:17 - Demóstenes Torres conta de sua emoção quando é parado nas ruas por populares que dizem “VAI DEMÓSTENES”. Tem um apelo popular, esse Demóstenes…
. 8:38 - Quem é essa? Gatinha hein… Que que ela tá fazendo ai com os DEMOS?
. 9:46 - Rodriguinho Maia fala das “idéias novas, idéias modernas dos DEMOS. Idéias essa que não foram concebidas por eles, devo lembrar, foram todas copiadas do Partido Conservador Inglês.

A dica foi do Crônico. Valeu aí hein, por me garantir alguns minutos de diversão.

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Diálogo


Monday, February 18, 2008

Uma coisa acabou de me ocorrer. Recebo diariamente os “insights” do digníssimo prefeito do Rio, César Maia. No chamado “Ex-Blog” de César Maia, o prefeito discorre sobre política, política e política… Tudo sob sua ótica. Como ele é PFLista, e agora um DEMO, ele erra mais do que acerta… Mas tenho que admitir, as vezes  ele acerta…

cesar-maia.png

Mas é interessante notar as características de sua presença na Web. Ele não tem um Blog. Ele tem um Ex-blog, que nada mais é que um mailing list. O conceito de blog implica imediatamente uma mão dupla. Em um mailing list não há espaço para a opinião do leitor, só do emissor. No blog, um escreve seus pontos de vista, outros lêem, assimilam, e se sentem a necessidade tem um espaço para comentar as suas impressões. Há um diálogo.
César Maia não quer saber de comentários nem de diálogo. Só quer saber de se fazer ouvir. Seria essa uma característica dos DEMOS?

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E a CIA?


Tuesday, February 12, 2008

Aproveitando o ensejo do post aqui debaixo que mostra os jornalistas de um canal de televisão privado na Venezuela discutindo como os meios de comunicação foram fundamentais pra tirar Chavez do Poder em 2002, coloco aqui de novo o audio de Lyndon Johnson, presidente norte-americano em 1964, tramando o Golpe de Estado no Brasil que instituiu a  ditadura militar.

Só pra acrescentar… Uma informação interessante… Um texto no blog do Paulo Henrique amorim, comentando sobre o livro “Quem pagou a conta ? – A CIA na Guerra Fria da Cultura” que relata as relações entre a CIA e a Fundação Ford. A CIA financiava grande parte das operações da Fundação Ford, e tinha inclusive um escritório lá dentro segundo o livro…

Paulo Henrique Amorim escreve:

O papel da Fundação Ford, segundo Saunders, era precisamente financiar organizações e pesquisas culturais e cientificas, de acordo com a política da CIA de criar um ambiente cultural a favor dos Estados Unidos.

A Fundação Ford, aparentemente, era a principal financiadora do Cebrap no Brasil, que foi quem financiou as pesquisas e publicou o livro “Dependência e Desenvolvimento na América Latina”, de Fernando Henrique Cardoso.

Bom, e agora, o vídeo de Lyndon Johnson…

Os EUA e o Golpe de 1964

Assistam esse vídeo que achei no Eu vi o Mundo. Lyndon Johnson, presidente norte-americano a época, trama com seu sub-secretário de Estado o Golpe Militar no Brasil em 1964.

Os comentários de Luiz Carlos Azenha sobre o vídeo:

Um dos momentos mais bizarros dela se dá quando Johnson, que não parece aceitar um resultado que não seja a derrubada do governo brasileiro, pergunta ao assessor quantos são os estados no Brasil. O assessor consulta o assessor do assessor e responde 19, depois muda para 21, depois diz que não importa, os estados mais importantes estavam com eles (Guanabara de Carlos Lacerda, São Paulo de Adhemar de Barros e Minas Gerais de Magalhães Pinto, o homem do guarda-chuva do Banco Nacional, um dos primeiros patrocinadores do Jornal Nacional).

Ele continua..

Os assessores de Johnson acreditavam que o Brasil estava a caminho de se tornar um país comunista em pleno quintal americano. (…) O que ninguém te conta é que Johnson concorreria à reeleição naquele ano, tinha herdado o poder depois do assassinato de John Kennedy e a Guerra Fria corria solta. Johnson queria se eleger presidente, como qualquer outro político faria. Qual era o maior risco para ele - e continua sendo para qualquer presidente americano? Ser taxado de fracote, de molenga com o “inimigo”, seja ele Fidel Castro, bin Laden, Hugo Chávez ou o Zebedeu.

E termina…

Johnson deu gás à guerra do Vietnã, o que em 1968 custaria a ele a carreira política. Mas, quando recebeu a chamada, estava de olho em seus financiadores de campanha e queria evitar a qualquer custo a acusação de “perder” o Brasil para o bloco soviético. Johnson, é óbvio, conhecia o Brasil de “ouvir dizer”. O negócio dele era a reeleição.

A TV Viomundo, sempre preocupada com a sua informação e diversão, proporciona a você este momento histórico, em que um caipira do interior americano decide o destino de milhões de brasileiros.

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Isenção Jornalística


Friday, February 8, 2008

Trechinho do documentário “Behind the Coup” ou em português “Por Trás do Golpe“, onde no dia seguinte ao golpe de Estado que tirou Hugo Chavez do poder na Venezuela, em um programa de televisão, jornalistas, políticos e membros das forças armadas contam como organizaram o golpe e como os meios de comunicação privados foram parte fundamental dele.

O documentário completo pode ser assistido nesse link. Como bem sabemos, e se não sabe ainda, fique sabendo agora, Chavez foi colocado de volta ao poder pelo povo e pelos rankings mais baixos das forças armadas. Tá lá no documentário… É só assistir…