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"Música" Category


Aécio Vs. Serra


Thursday, September 2, 2010

José Serra foi ao Jornal da Globo de anteontem e acusou Dilma Roussef, candidata a Presidência da República, a quem as pesquisas dão mais de 55% dos votos válidos no 1o turno, de criminosa e de violar o sigilo fiscal de sua filha, Verônica.

A violação do sigilo de Verônica ocorreu em 2009. 1 ano atrás, quando Dilma nem Serra eram ainda candidatos a nada. Em 2009 mesmo, tomou-se conhecimento da violação através de informações em blogs.  Somente agora, há 30 dias das eleições, Serra resolve indignar-se.

Está corretissimo em indignar-se, pois é sim um fato grave. Mas com um ano de atraso, e as vésperas das eleições denota um extremo oportunismo eleitoral.

Serra acusa o PT e Dilma de violarem o sigilo fiscal de sua filha. Globo, Folha, Estadão vão atrás investigar o caso, como se fosse algo novo. Recente. E já partem da premissa que foi autoria do PT.

Uma historinha

Em 2008 quando meu documentário “Gagged in Brazil” foi ao ar na Current TV, alguns amigos de Belo Horizonte, metidos no meio político e em campanhas eleitorais me perguntavam preocupados via MSN, “Daniel, você recebeu dinheiro do Serra?”.

Esse absurdo que me incomodou bastante, e que pra mim não fazia o menor sentido começa a fazer mais sentido agora..

A época, quando ainda se debatia dentro do PSDB quem seria o candidato a presidência em 2010, uma batalha interna se iniciou entre Aécio Neves e José Serra.

Supostamente, Serra preparava um dossiê contra Aécio. Em resposta, Aécio começou a preparar um dossiê contra Serra, através do Jornal Estado de Minas, seu grande aliado nas Gerais.

Um dos repórteres escalados para a missão foi Amaury Ribeiro. Respeitado repórter investigativo que correu atrás de todas as informações possíveis sobre Serra, para a guerra de contra-informação que se esperava entre os dois tucanos.

Em um texto da Carta Capital, Amaury Ribeiro descreve o ocorrido:

“Em uma entrevista que será usada como peça de divulgação do livro e à qual CartaCapital teve acesso, Ribeiro Jr. afirma que a investigação que desaguou no livro começou há dois anos. À época, explica, havia uma movimentação, atribuída ao deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), visceralmente ligado a Serra, para usar arapongas e investigar a vida do governador tucano Aécio Neves, de Minas Gerais. Justamente quando Aécio disputava a indicação como candidato à Presidência pelos tucanos. “O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo”, diz o jornalista. “Entrei em campo, pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro e sumiço de dinheiro público.””

A briga interna no PSDB foi solucionada sem a necessidade de armas, mas Amaury Ribeiro tinha então uma coletânea enorme de informações comprometedoras sobre Serra. Como o Estado de Minas não faz jornalismo, mas sim política, nenhuma matéria comprometedora sobre Serra foi publicada. Amaury pegou o material e editou em um livro chamado “Os porões da privataria” que prometeu ser publicado após as eleições.

Tudo isso aconteceu a partir de 2008, quando o embate Aécio Vs. Serra era mais intenso. E foi em 2009 que aconteceu a quebra do sigilo da filha de Serra, Verônica.

Uma matéria da Folha sobre o “dossiê” diz sobre Amaury:

“Repórter investigativo com passagens por Folha, “O Globo” e “Jornal do Brasil”, ele foi escalado para apurar eventuais irregularidades relacionadas ao outro presidenciável tucano, Serra.
O resultado das apurações do jornalista nunca foi publicado pelo jornal. “Ele trabalhava em várias investigações. Essa investigação específica não estava concluída quando ele pediu demissão no final de 2009″, diz o diretor de Redação do “Estado de Minas”, Josemar Gimenez.”

O mais plausível é que o sigilo de Verônica, no “balcão de negócios da agência da Receita em Mauá”, tenho sido quebrado, talvez não por Amaury Ribeiro, mas supostamente por qualquer outro reporter do Estado de Minas e ou interessado no PSDB mineiro.

Não haveria, em setembro de 2009, interesse algum do PT, ou de Dilma Roussef ( que nem candidata a candidata era ) de investigar o que quer que fosse de José Serra, mesmo porque ainda havia a dúvida se o candidato do PSDB seria ele ou Aécio Neves.

Serra, o PSDB e a mídia, oportunamente, revivem a história da quebra do sigilo de Verônica e acusam incessantmente o PT e Dilma Roussef. José Serra em todas as entrevistas dadas nos últimos dias utiliza sempre  os termos “Dilma”, “Violação” e “Criminosa”, em um esforço visível de fazer colar a ligação entre as 3 palavras.

A realidade que Serra sabe, o PSDB sabe e que o Estado de Minas sabe, é que essa violação aconteceu dentro do próprio PSDB, mas, com a candidata petista com grandes chances de vencer no 1o turno com uma maioria esmagadora, vale inescrupulosamente tentar atribuir ao PT, os feitos do próprio PSDB.

UPDATE: Dificilmente essa versão, de que o sigilo foi quebrado em uma batalha interna do próprio PSDB vai ganhar corpo e merecer uma investigação profunda da grande mídia. Merval Pereira em O Globo e os colunistas da Grande Mídia já repercutem a quebra do Sigilo de Verônica Serra levando em consideração apenas a versão do PSDB. Merval diz inclusive em seu texto no O Globo de hoje que Amaury Ribeiro trabalhava na campanha de Dilma quando investigava José Serra. O que é mentiroso. A investigação a Serra e a quebra de sigilo de Verônica ocorreu antes de Amaury trabalhar na campanha. Amaury não faz mais parte da campanha e está hoje na TV Record.

UPDATE 2: Enquanto FOLHA DE S. PAULO, ESTADAO e O GLOBO gritam nas suas capas “ESCANDALO”. Vejam a capa do Estado de Minas de hoje. Não existe violação de dados de filha de ninguém em Minas Gerais.

A introdução do livro de Amaury Ribeiro

Os porões da privataria

Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.
A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.
(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se  der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)

Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York.  É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.
Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br,  em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia  do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.
Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para  Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

Humanidade


Thursday, July 16, 2009

Hoje fazem 40 anos que o homem pisou na lua. Foi então que Neil Armstrong entrou para a história como o primeiro homem a por os pés em solo lunar. Buzz Aldrin o seguiu.  As missões lunares seguiram por algum tempo até o público perder o interesse por elas e o projeto ter sido encerrado. Já fazem anos que o homem não visita mais o satélite do nosso planeta. O desafio de chegar lá já foi superado. A pergunta agora é, o que vem depois?

Há época quando Kennedy afirmou que o homem iria a lua, disse:

“There is no strife, no prejudice, no national conflict in outer space as yet. Its hazards are hostile to us all. Its conquest deserves the best of all mankind, and its opportunity for peaceful cooperation may never come again.”

O vídeo está aqui:

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O projeto durou anos, culminando com três homens embarcando em um módulo lunar, na ponta de um foguete gigante, correndo riscos inimagináveis. Ninguém tinha certeza se eles voltariam. Aquilo nunca havia sido feito antes. Fincaram uma bandeira norte-americana em solo lunar.

Poucos séculos antes, outros homens, liderados por um tal Cristóvão Colombo enfrentaram um desafio semelhante. Colombo desafiou o establishment, questionou idéias e quase foi punido pela Igreja Católica.  Mas mesmo assim entraram em algunas caravelas e rumaram para o Oeste. Não sabiam o que encontrariam. Não sabiam se voltariam. Descobriram o Novo Mundo.

Hoje, com as bases do mundo como o conhecemos nas últimas décadas se ruindo, o homem vê que ele é apenas homem. E que há mais lá fora e a ser feito do que garantir uma subsistência confortável, as custas do que esse planeta tem a oferecer.

O diretor da Nasa, Jesco von Puttkamer, em entrevista ao  Der Spiegel afirmou:

“Marte é o planeta do nosso destino. (…) Os seres humanos um dia pisarão em Marte e o habitarão. (…) Se este projeto for bem sucedido, a humanidade terá criado para si um segundo lar, para a eventualidade de um impacto de asteroide ou outra grande catástrofe acabar com a vida na Terra. Somente tendo Marte como um planeta reserva a raça humana se tornará realmente imortal.

E sobre os riscos, ele diz:

“Mas se desejarmos nos aventurar no Universo, precisaremos superar as nossas preocupações exageradas com a segurança. Se pudesse levar um agasalho bem quente comigo, eu embarcaria imediatamente em uma espaçonave para Marte.”

Ele aparentemente, não é o único. Bill Stoner, um renomado explorador, responsável por explorar cavernas e oceanos profundos, em uma palestra no TED, disse que está disposto a correr os riscos que forem necessários para ir a Lua até 2015 e extrair gelo, para que ali possa ser criado um “posto de abastecimento” para espaçonaves com destinos distantes. Marte, por exemplo…

A palestra de Bill está aqui, o trecho sob sua expedição lunar começa aos 10 mins e 50 segundos:

As principais diferenças entre o homem e os outros animais que habitam esse planeta são duas. Capacidade de adaptação e consciencia da nossa existência. Ambas estão relacionadas ao nosso intelecto. E são essas diferenças que levam o homem a sobreviver as condições dessa planeta e a humanidade a seguir em frente, explorar e garantir a sua perpetuação. Não temos apenas a consciência de existência como indivíduos, mas como espécie. Todas as ciências no mundo se dedicam a entender nossas origens, nossas condições e nosso futuro.

Talvez, a condição fundamental para que a raça humana seja imortal seja o desprendimento. Desprendimento tamanho só possível com um profundo desenvolvimento espiritual. Já imaginaram termos que abandonar o planeta que nos deu origem e tudo mais o que há aqui? Só assim para nos imaginar vivendo em Marte, na Lua, ou onde quer que seja.

Felizmente ciência e espiritualidade parecem, cada vez mais, caminhar passo a passo. E continuara assim, até o ponto de convergência, sabe-se lá onde seja no tempo.

Buzz Aldrin, em uma excelente entrevista ao Guardian conta que o maior desafio da missão lunar, não foi a missão em sí, mas o retorno a Terra.

“Após andar na Lua, o que mais resta a um homem?”

The News Tonight


Thursday, July 9, 2009

Estou voltando atrás no que eu disse há um tempo atreás. Jack Johnson é muito bom.

Essa música por exemplo, The News.

Vi no blog da Dri há um tempo atrás um vídeo de Ferreira Gular falando sobre Vinicius. Ele dizia que Vinicius era um cara alto-astral, e que “a vida é uma invenção, se você quer inventar pro ruim, você inventa pro ruim. Se você quer inventar pro bem, você inventa pro bem“.

The News de Jack Johnson tem a ver com o que Ferreira Gular diz, prestem atenção…

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A billion people died on the news tonight
But not so many cried at the terrible sight
Well mama said
It’s just make believe
You can’t believe everything you see
So baby close your eyes to the lullabies
On the news tonight

Who’s the one to decide that it would be alright
To put the music behind the news tonight
Well mama said
You can’t believe everything you hear
The diagetic world is so unclear
So baby close your ears
On the news tonight
On the news tonight

The unobtrusive tones on the news tonight
And mama said
Mmm

Why don’t the newscasters cry when they read about people who die
At least they could be decent enough to put just a tear in their eyes
Mama said
It’s just make believe
You cant believe everything you see
So baby close your eyes to the lullabies
On the news tonight

E é prestando atenção na mídia e na imprensa no mundo que você vê que, realmente, devemos “fechar nossos olhos para as canções dos jornais de hoje a noite“.  No Brasil, a Globo com sua história de joguetes e articulações. No Reino Unido os tablóides acusados de grampearem telefones de celebridades e políticos. Na Itália, Berlusconi. Enfim… Quando é que vamos parar de escutar o que o Murdoch, Ali Kamel, William Bonner e tantas outas figuras bizarras tem a nos dizer, e vamos passar a escutar a pessoas muito mais interessantes como Ferreira Gular, Jack Johnson, etc…?

Tá na hora do jornalismo ser reinventado. Pro bem.

The Beatles Rock Band


Thursday, June 18, 2009

Um dos meus últimos trabalhos como editor. A abertura do Beatles Rock Band, que vai ser lançado agora em setembro. A produtora é a Passion Pictures, ganhadora de um Oscar, alguns Emmys e vários MTV Awards pelos clipes do Gorillaz. O diretor, Pete Candeland, é também o mesmo diretor dos clipes do Gorillaz.

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Uma versão em high-res pode ser vista no site do jogo, aqui: http://www.thebeatlesrockband.com/cinematic.php

Jornais, Daft Punk, Branca de Neve e os Beatles


Saturday, March 14, 2009

Coisas interessantes que encontrei por aí navegando hoje…

1) Aparentemente alguem andou fotografando um leitor de um jornal no Brasil (via riot rite right clit clip click)

Leitor

2) Algum bom editor fez uma versão de Harder Better Faster Stronger com a Branca de Neve e os Sete Anões (via Freakshow Business)

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3) E via meu próprio interesse ultimamente, o clipe de The Walrus dos Beatles, do album Magical Mistery Tour.

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Bom fim de semana!

Yusuf Islam


Sunday, March 8, 2009

Por esses dias andei reescutando Cat Stevens, quando ele ainda se chamava Cat Stevens. Lembro de ainda no colégio me falarem, “Cat Stevens ficou doidão, virou muçulmano com barba e tudo, mudou de nome e parou de cantar”. Não precisava questionar o relato. Infelizmente, “muçulmano” e “maluco” nas sociedades ocidentais são sinônimos. E a impressão que cresci tendo dos muçulmanos era exatamente essa, pois era o que que passava na Globo e nos filmes de Hollywood.

Triste é ver que nós cristãos, que nos julgamos donos da razão não conhecemos absolutamente nada da maior religião do mundo, e ficamos por aí apenas a repetir absurdos que nos são ditos. E como lí recentemente em algum lugar por aí, “achar que todo muçulmano é uma má pessoa é o mesmo que achar que todo cristão é uma boa pessoa”.

Enfim. Cat Stevens, que agora se chama Yusuf Islam, não ficou doidão. Apenas se converteu ao Islam em 1977, quando estava no auge. E há época realmente largou a carreira e se dedicou a filantropia. Se isso é ser “doidão”, pena que temos poucos doidões por aí. Mas recentemente ele voltou a cantar…

Posto aqui dois vídeos. Um dele quando ainda era Cat Stevens, e outro mais recente, já como Yusuf Islam:

Wild World

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Father and Son

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El Sistema e TED


Saturday, February 21, 2009

Ok. Sério. De novo, vamos esquecer política, ideologia e tudo isso. Vamos ver resultados. Nesse vídeo aqui embaixo temos Gustavo Dadamel, um jovem maestro venezuelano. Ele é um dos principais maestro de um programa do Estado venezuelano que se chama “El Sistema“. O que é “El Sistema”? Uma fundação que cuida e maneja 100 e tantas orquestras de jovens…

O resultado é isso aqui embaixo…

Longe de toda a baboseira pregadas pela mídia e imprensa mundial existem coisas belíssimas sendo criadas. Gente fazendo o seu mundo melhor e o das pessoas em torno delas. Não estou falando só da Venezuela…

Ah, quanto a esse TED, de onde esse vídeo surgiu. Copio aqui a descrição da Wikipedia e sugiro que você visite sempre o site. As palestras ali dadas são sempre, no mínimo, inspiradoras:

“TED (Technology, Entertainment, Design) is an annual conference that defines its mission as “ideas worth spreading”. The lectures, also called TED Talks, cover a broad set of topics including science, arts and design, politics, culture, business, global issues, technology and development, and entertainment.”

I’ve been so nasty to you. All right.


Sunday, February 8, 2009

Das profundezas do Bardens de Boudoir na 6a feira, surgiu essa banda de Leeds tocando esse hitzinho genial que entrou na minha cabeça e agora não sai mais. Compartilho com vocês:

O Bardens de Boudoir fica aqui ó:


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Zero 7 e Jose Gonzales


Friday, September 12, 2008

Recentemente redescobri Zero 7,  que nao eh uma banda, nem um grupo, sao 2 Dj’s que produzem faixas com vocalistas que eles convidam, e etc…Uma das faixas mais conhecidas deles eh Destiny, do primeiro album deles:YouTube Preview Image Pois entao, havia ja algum tempo que nao ouvia nem procurava nada deles. E nem tinha nada deles no meu Ipod. Eis que, procurando por ai, encontro o que? O album novo deles (nem nao novo, eh de 2006) com vocais de ninguem mais ninguem menos que Jose Gonzales, aquele camarada que escrevi um posto aqui embaixo… Sensacional… Quase tive um orgasmo quando descobri…YouTube Preview Image  O album se chama “The Garden” e tem outra musica foda que se chama Futures:YouTube Preview ImageTirando que os clipes sao sensacionais… 

Morena…


Friday, August 8, 2008

Gal Costa comanda o batatal… Acordei cantarolando isso hoje…

 Gal Costa – Pegando Fogo

E cade a morena? Quem achar, me avisa, por favor…

Heartbeats


Thursday, August 7, 2008

Voce deve lembrar do comercial da Sony Bravia das bolinhas pulando….

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A trilha se chama Heartbeats, de Joze Gonzales, um camarada genial, que tambem canta uma outra musica sensacional chamada Hints:

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A Simone minha flatmate, me viu ouvindo Heartbeats e perguntou se eu conhecia a versao original, do The Knife.  A versao do Joze Gonzales eh um cover. Nao sabia e fui procurar… Bem bacana tambem:

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E + Censura!!!!


Sunday, June 22, 2008

Assim não dá… Assim não dá!

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Clipe novo do Fatboy Slim.

Dica do Muppet e do Wermelinger.

Camille


Saturday, June 7, 2008

Em Marseille no fim de semana passado, me levaram para um show em um lugar que só tinha um bar com 4 pessoas antendendo os cerca de 2.000 presentes. Mesmo só dando pra tomar uma cerveja, assisti um dos shows mais legais que já vi de uma das artistas mais legais e originais que já escutei. Ela se chama Camille, já tocou agumas vezes no Brasil e acabou de lançar um album com canções em ingles e francês que se chama Music Hole. O show tem influencias de Gospel Music, Hip Hop, R&B, e óbvio, música francesa… Esse clipe aqui embaixo é de uma música que se chama “Gospel with no Lord”. No melhor estilo laico francês:

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Obs: O único instrumento musical no show era um piano. Reparem a percussão. Ela é toda feita por beatbox. Genial… Virei fã.

No Youtube tem também um documentário sobre Camille e seu album novo, em inglês:

YouTube Preview Image YouTube Preview Image

Hora de Fingir


Wednesday, May 7, 2008

Time to Pretend, por MGMT

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E a letra:

I’m feeling rough, I’m feeling raw, I’m in the prime of my life.
Let’s make some music, make some money, find some models for wives.
I’ll move to Paris, shoot some heroin, and fuck with the stars.
You man the island and the cocaine and the elegant cars.

This is our decision, to live fast and die young.
We’ve got the vision, now let’s have some fun.
Yeah, it’s overwhelming, but what else can we do.
Get jobs in offices, and wake up for the morning commute.

Forget about our mothers and our friends
We’re fated to pretend
To pretend
We’re fated to pretend
To pretend

I’ll miss the playgrounds and the animals and digging up worms
I’ll miss the comfort of my mother and the weight of the world
I’ll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home
Yeah, I’ll miss the boredem and the freedom and the time spent alone.

There’s really nothing, nothing we can do
Love must be forgotten, life can always start up anew.
The models will have children, we’ll get a divorce
We’ll find some more models, everyting must run it’s course.

We’ll choke on our vomit and that will be the end
We were fated to pretend
To pretend
We’re fated to pretend
To pretend

Yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah

Love Unlimited Orchestra


Thursday, March 6, 2008

Todo mundo conhece o Barry White, mas nem todo mundo conhece a Love Unlimited Orchestra. White fundou e era o maestro da orquestra, que fazia uma mistura de instrumentos de corda e percussão. A orquestra gravou 12 albums, e uma de suas músicas mais conhecidas é a Love’s Theme. Clássico.

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Várias crianças foram concebidas no mundo ocidental ao som de Barry White.

Uma das minhas bandas preferidas


Wednesday, February 13, 2008

Eles se chamam Silent Alliance… Sabe-se lá se um dia eles vão ser grandes, ou se vão até chegar a gravar um album, mas sempre que escuto eles fico feliz…

The Teenagers


Thursday, January 24, 2008

Clipe e musiquinha bacanas… Chama “Homecoming”… A bandinha chama “The Teenagers” e eles são da França… Mais adolescente que isso, impossível.

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A letra em alguns momentos diz: “… On day two, I fucked her, she’s such a slut!”. “It was dirty, a dream came true, just like I like it, she’s got nice tits”

A Thais foi quem me mandou…

Radiohead na Current TV


Thursday, December 27, 2007

Chupa MTV!

O Radiohead vai tocar em uma perfomance exclusiva para a Current TV no ano-novo o seu novo album In Rainbows. Fico imaginando o que vai tar passando na MTV… Provavelmente algum daqueles reality shows toscos…

Música de Natal


Wednesday, December 12, 2007

Dev, ou Lightstpeed Champion e sua nova musiquinha, a ser vendida e presenteada no Natal…

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NE: Não fala ingles? Dançou, quem mandou não ter sucumbido as tentações do Império?

Cibelle


Saturday, October 27, 2007

O primeiro filme que produzi pra Current TV no final do ano passado foi sobre a Cibelle, por sugestão do meu Creative Executive, O Josh, que curtia ela… Peguei minha câmera, microfone lá fui eu, bater um papo com ela… Assistam:

Papo ótimo, faladeira, lindissima, super agradável… Uma das perguntas, que não entrou no corte final, foi sobre porque não fazer a música dela no Brasil… Pergunta complicada… O único pedaço que restou da resposta dela foi a parte em que ela diz que não quer deixar Londres porque só aqui se tem a oportunidade de ver tantas e tão bons ediferentes shows em lugarezinhos escondidos…

Bom… Cibelle tocou hoje no TIM Festival, e parece que foi/está sendo muito bem recebida… Ingressos esgotados e tudo o mais… Super legal! E ela certamente deve estar se respondendo algumas dessas perguntas agora…

Outra coisa legal, é que, o Dev Haynes ( ou Lightspeed Champion ) está na banda, tocando com ela… Engraçado… Dev Haynes era do Test Icicles, e agora tá solo como Lightspeed Champion. Além de ser bem bacana, tem-se falando muito dele por aqui…

Fresh


Thursday, October 25, 2007

Band Kyte

Ontem na Goonite, no Buffalo Bar escutei esses sujeitos aí… Se chamam KYTE. Música excepcionalmente boa. O vocalista tem um quê de Ian Curtis e Thom Yorke, fica dando uns trimiliques, uns chiliques, e canta com a voz passando por um sintetizador que ele fica brincando, fazendo uns barulhinhos estranhos…

Não digo que serão the next big thing porque essa coisa de next big thing é muito passé. Me disseram também que eles são queridinhos da NME. Em pé, lá, escutando eles, pensei em fazer um vídeo… Porém, parece que já fizeram um. Acabou de ser postado no Youtube.

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Back to Basics


Thursday, October 25, 2007

Então o Radiohead deu um tchau pra gravadora e tá perguntando pros fãs, “Quer pagar quanto?”. Enquanto alguns pagam muito, outos pagam pouco, e assim a coisa vai… Lí recentemente em algum lugar que, no entanto, o tchau que eles deram pra gravadora não foi 100% não. Eles ainda precisam da estrutura da gravadora pra distribuir a “cópia-dura” do album. Os CD’s e vinils que, afinal, chegarão as lojas (mas podem também ser comprados pelo site).
Mas não quero falar do Radiohead não… Pois aparentemente, eles foram apenas os primeiros de uma onda… Madonna deu um tchau pra gravadora… Oasis deu um tchau pra gravadora… Jamiroquai… E o Nine Inch Nails deu um tchau pra gravadora, e falou pros fãs copiarem seus albums ilegalmente…

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Acredito que essas últimas semanas dentro dos escritórios das “majors” deve estar um puta clima de velório. Mas uma pergunta fica… Como farão Oasis, Madonna, Jamoroquai e cia para divulgarem seus albums… Venderem seu trabalho, sem a mega infra-estrutura e a mega-grana de uma Major? Afinal… Esses são “mega-acts”…

A resposta: Ações localizadas… Intervenções urbanas… Olha o que achei na esquina aqui de casa, em Shoreditch. O Oasis espalhando posters pela cidade anunciando o download do single no site deles e o lançamento do DVD, ao lado de outras bandas e músicos independentes…

Oasis - Poster

Mídia espontânea na TV, revistas, jornais, relações públicas, radioplay. Essas coisas todas continuam a acontecer… Mas de forma mais espontânea e sem aquela “grande mão” da major no meio, que no Brasil é bastante conhecida como JABÁ.

Radiohead


Monday, October 15, 2007

Acabei de comprar pela Internet o album novo do Radiohead. Paguei 25 pence + 45 pence da transação do cartão de crédito. Total de £0.70. A princípio pensei em dar uma de Espírito de Porco, e pagar 1 penny pelo album. Mas falei cá com meus botões… Quando compro um single em vinil, pago em torno de £1 ou £2, pra normalmente ter, em um bem material, 2 músicas.

Certamente poderia, assim como existe a possibilidade de fazer com outros tantos artistas, não pagar nada e apenas baixar o album por algum P2P. Mas é aqui que o Espirito de Porquice se torna óbvio, e você começa a ter conflitos internos quanto a sua moral… Os caras fizeram o album e te perguntam “Quer pagar quanto pra escutar?”, e você, tendo a opinião de pagar muito, mas muito pouco, ainda vai e não paga nada?

Bom, se você resolver pagar, você vai aqui nesse menu e escolhe quanto:

Após preencher os dados do cartão, aparece o link para o download, e é isso. Lí em algum lugar (procurei a fonte e não achei) que as vendas estão indo muitissimo bem, com income de algumas dezenas de milhões de dólares… Se você for levar em consideração que a grana inteira vai pra banda, e não tem gravadora na parada…

Mas esquecendo do lado comercial da coisa, já que, afinal, esse é um album de músicas… In Rainbows é excelente. Estou escutando nesse momento…

Para baixar, é só ir lá no site do Radiohead.

Hard Fi


Wednesday, September 26, 2007

Ontem a Nicole, me apareceu com um convite sobrando pra ir assistir Hard-Fi em Shepherds Bush… Lugar pequeno, pouca gente, e cerveja de graça…

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Kanye West é Pós Moderno


Saturday, September 8, 2007

Kanye West – Stronger. A música é excelente… Mas vamos lá, quantas referências cabem em um video-clipe (muito bom, por sinal)?

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Mistureba danada… Kanye West encontra Daft Punk que encontra sabe-se lá quem, que encontra Akira. Notaram que o Kanye West vira Tetsuo Shima no filme? Comparem com o poster e os stills de Akira…0


Sou Classe Média


Tuesday, August 7, 2007

Gravação ao vivo da música “Classe Média”, de Max Gonzaga.

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Bonde do Rolê


Friday, July 27, 2007

Ha algo em torno de 1 mês atrás, tava gravando o clipe de Sister do Wry na casa do Mário Bross e do Lu ( a casa foi uma das locações ), e enquanto fazia um teste de enquadramento com meu celular na cozinha, o Mário soltou uma piadinha que ficou registrada. Por conta própria, resolvi colocar o vídeo no Youtube… Só por colocar…

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Eis que pra minha surpresa, ha alguns dias atras, o Mario me manda o link de um Blog, comentando o tal video e a repercussao que aparentemente ta rolando ai em alguns blogs e forums da vida e no Orkut, onde o Gorky, do Bonde, postou a seguinte mensagem:

Sério mesmo, última vez que falo de wry aqui… Se o cara não gosta da gente, tudo bem, ele é trabalhador, é amigo de todo mundo (Ash, Klaxons, Rakes, Subways), té lutando (há, no mínimo, uns 10 anos) pelo espaço dele. Sabe, ninguém leva em consideração que ele, um cara do interior, jogou tudo pro alto há uns 8 anos pra vir trabalhar de entregador de flyer/vendedor de Big Issue na frente do metrô só pra correr atrás do roque do coração dele. Tanto que conseguiu! Um dos amigos dele, o Ash, garantiu um opening slot em um dos 10 shows aqui em Londres – e fico feliz por isso! Porque, porra, é o ASH, super mega banda que fazia sucesso há 10 anos! Woo hoo! Temos que celebrar o fato! É claro que eu iria ficar puto também se uma banda de 3 mezzo curitibanos chegasse e fizesse 10x mais do que ele, com menos de 2 anos de banda, fazendo qualquer coisa como música e ganhando 4 de 5 estrelas do Guardian. Então, assim, peço pra todo mundo não falar mais do Wry em vão, já que eles são a prova viva de que viver de música não é fácil! Morreu aqui, beijo no coração de todos!

Ao que o Mario, do Wry, respondeu no perfil do Gorky:

1. Se liga, nenê Gorky, essa estória de inveja não cola, pois eu adoro o CSS; 2. Nunca sofri com rock na minha vida, nunca vendi flyer ou Big Issue; 3. Tenho o maior respeito por vocês e CSS terem estourado, foi ótimo para o Brasil também, mas o som de vocês não me toca, não gosto mesmo, vocês deveriam abrir o leque… Como o povo da comunidade de vocês acertou, assim como odeio pepino, odeio Franz, odeio Bonde; 4. Aquele vídeo meu só fui ver muito depois de vocês; 5. Estrelinhas no Guardian nunca vão me comover. Parabéns, mas o som que eu amo de paixão nunca estará na capa da NME – infelizmente; 6. Sou sincero com o que faço, espero que vocês também sejam; 7. Foda ter gente defendendo Wry na própria comunidade né?

Bom… A brincadeira foi minha… Não do Mário… Eu não odeio o Bonde do Rolê. Inclusive já assisti eles ao vivo no Skala. Também não achei eles sensacionais. São divertidos. Creio que foi isso que o Mário quiz dizer também… Mas independente do que o Mário acha ou deixa de achar, pela reação do Gorky, percebe-se que pra uma banda que começou com uma brincadeira, ele está se levando muito a sério ultimamente…

A única coisa que eu posso falar é: Solta o frango e vem com a gente!

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Johnny Boy


Monday, July 2, 2007

Quarta feira no Buffalo Bar me deparei com uma suspresa bastante agradável, essa banda chamada Johnny Boy.

Pra escutar os caras, entrem no MySpace deles: http://www.myspace.com/johnnyboyuk

Muse no Wembley Stadium


Monday, June 25, 2007

Sabado atrasado, dia 16/ fui no show do Muse no novo Wembley Stadium… Showzaço! Filmei também…

Eu ví Jesus!


Saturday, June 23, 2007

Ao vivo, no Royal Festival Hall e gravei tudo!

Jesus and Mary Chain em Londres, no Royal Festival Hall, dia 22 de Junho de 2007 no Meltdown Festival.