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"Mundo" Category


O verdadeiro Shrek


Tuesday, January 22, 2008

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O personagem de desenho animado que é sucesso em todo mundo foi criado a partir de uma máscara mortuária do francês Maurice Tillet. Poeta e ator, Tillet nasceu em 1903. Muito inteligente, falava 14 idiomas. Na adolescência, contraiu uma doença rara, chamada acromegalia , que causa a desfiguração de partes do corpo.

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A transformação para um quase “monstro” não o abateu. Ele emigrou para os Estados Unidos e converteu-se num profissional da Luta livre, com o nome de “Assustador ogre do ringue”. Lutou até quando pôde. Morreu em 1954, aos 51 anos, de um ataque cardíaco.

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Pouco antes, seu parceiro de partidas de xadrez, Bobby Managain, pediu para fazer um lifecast ( máscara mortuária) dele. Tillet concordou e Bobby fez cópias em gesso da cabeça do amigo. Uma delas foi para o Museu iternacional da Luta Livre, em Iowa. A outra foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek.

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Recebi as fotos e a história do meu amigo Cako.

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Viagra Vending Machine


Thursday, January 17, 2008

Ontem fui ao Buffalo Bar, em Highbury and Islington, e depois de algumas cervejas, na minha ida ao banheiro me deparei com uma vending machine vendendo essas coisas que vocês vão ver aqui embaixo:

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Isso mesmo… Eles vendiam Viagra e ovelhas infláveis dentro do banheiro. Genial!

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Young, English, Illegal


Monday, January 14, 2008

De todos os brasileiros que vivem no Reino Unido mais de 50% vivem em situação ilegal. Ainda assim o fluxo de brasileiros vem aumentando não só para cá mas também para o resto da Europa, mesmo com os esforços dos governos em limitar esse fluxo com milhares de brasileiros sendo barrados nos portos e aeroporto todos os anos… Mas e o inverso?

Novo filme meu no ar na Current TV, dessa vez sobre um inglês que vive ilegalmente em São Paulo…

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Portal de notícias??


Saturday, January 12, 2008

Me orgulho de ter feito parte do time que trouxe a Current TV ao ar no Reino Unido, porém, com o andar da carruagem tem coisas que não soam corretas, como o fato de o administrador do site ter ignorado a notícia de que os reféns da FARC colombiana foram finalmente libertados após 6 anos com a ajuda de Chavez.

Deu em tudo quanto é canto… Não é nem questão de inovar, ou dar na frente… É questão apenas de noticiar aquilo que é relevante e que todos estão dando…

Como eu sou muito cri-cri, pra mostrar meu desasgrado, postei no site da Current a seguinte notícia:

Current TV website ignores the news of hostages freed in South America

No highlight was given on Current TV’s webpage for the fact the Colombian FARC hostages were freed a few days ago with the aid of Hugo Chavez.

Two topics with the news were created and none of them made it to the first page. One had only 8 views, and the other, 4 views.

A week before, the news of the failure of the rescue mission organized by Venezuelan president Hugo Chavez made it to the front page: http://current.com/items/88803076_hostage_deal_falls_through_oliver_stone_says_shame_on_columbia_shame_on_uribe

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Oliver Stones e Chavez


Thursday, January 10, 2008

Em coletiva a jornalistas na primeira tentativa de libertação dos reféns mantidos pelas FARC, Oliver Stone diz ser um fã de Chavez e que vem preparando um documentário sobre a América Latina e os EUA. Os reféns não foram liberados na ocasião.

Hoje, os reféns mantidos pelas FARC foram finalmente liberados com a ajuda e negociação de Hugo Chavez.

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Changeman


Tuesday, January 1, 2008

Os seriados de televisão japoneses fizeram muito sucesso no Brasil durante a década de 90. Eram estruturas narrativas em que a repetição era a chave para aficcionar o telespectador. Tudo sempre terminava com um robô imenso lutando contra um monstro igualmente imenso… Uma das coisas bacanas desses seriados, além da certeza de que você sabia em linhas gerais o que aconteceria no final, eram as músicas. Rockão de primeira… Veja aqui, a abertura completa de Changeman:

E aqui o autor da música, Hironobu Kageyama, cantando o tema do seriado, ao vivo:

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Spam de graça


Wednesday, December 12, 2007

Thiaguin reformulou seu blogue, mudou o nome, e, assim como é hábito dos japoneses, roubou meu template e o aprimorou… No Spam for free, você tem acesso a lixo, eletrônico ou real… Da França e do mundo…

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Filmobile e Mobilefest


Thursday, December 6, 2007

Daqui a pouco começa o Filmobile aqui em Londres. Dessa vez, o Filmobile atravessa o oceano e se junta ao Mobilefest em São Paulo… Por videoconferência, os palestrantes em SP se juntam com os de Londres para debater o uso e produção de mídia móvel.

E eu aqui, na correria, fazendo o FTP (que falhou durante a noite) dos arquivos da minha apresentação…

A programação da conferência pode ser encontrada aqui.

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Sem mais…


Monday, November 19, 2007

Tirado do: http://www.picturesofwalls.com

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Euro!


Friday, November 16, 2007

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O que Gisele Bundchen e Jay Z tem em comum além de serem ricos pra cacete? Ambos estão deixando o dólar, a moeda norte-americana, pra lá, já que ela não para de se desvalorizar… Segundo a Bloomberg, Gisele e Jay Z vem seguindo os passos dos bilionários Warren Buffet e Bill Gross, e só fecham contratos em qualquer moeda que seja, incluindo Reais, mas dólar não…

Pra piorar a situação do dólar, ele deixou até de ser usado em clipes de Rap. Ao invés das tradicionais maletas de dólar, Jay Z no clipe de sua nova música Blue Magic, ostenta uma maleta com notas de 500 Euros…

E junto com eles, vem Ahmadinejad, presidente do Irã, e Chavez, presidente da Venezuela, que não descartam a idéia de começar a negociar seu petróleo em Euros, pra desvalorizar mais ainda a moeda norte-americana.

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¿Por qué no te callas?


Sunday, November 11, 2007

Na cúpula Íbero-Americana, em um discurso, Chavez chamou o ex-presidente espanhol, José Maria Aznar de facista. Aznar foi aliado dos EUA na guerra do Iraque, e apoiou ao golpe mal-sucedido que tirou Chavez do poder por alguns dias em 2002.

Zapatero, o atual chefe do executivo espanhol pedia a chavez para que reconsiderasse seu tom, ao se referir a um ex-líder espanhol, eleito democraticamente pelo povo da Espanha. Enquanto chavez tentava argumentar com Zapatero, o rei da Espanha, Juan Carlos mandou Hugo Chavez calar a boca. Assista ao vídeo:

Mais adiante, como mostra o vídeo, quando o presidente da Nicaragua criticava o governo Espanhol por sua associação as interesses norte-americanos na Nicaragua, o rei Juan Carlos se levantou e deixou o plenário…

Juan Carlos

A lei de sucessão, criada pelo ditador Francisco Franco, indicava Juan Carlos como chefe de Estado da Espanha após a morte de Franco. Assim, Franco morreu, e Juan Carlos tornou-se Rei da Espanha.

Apesar da indicação ao trono por Franco, o título de Juan Carlos como Rei e Chefe de Estado ganhou apoio e popularidade após ele realizar a transição democrática do país com sucesso.

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America, fuck yeah!


Friday, November 9, 2007

“What are you gonna do when we come for you?”

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Piada


Sunday, November 4, 2007

Lí hoje no site do Azenha, comentando comentário do Luiz Nassif:

Escreveu o Luís Nassif:

“Mando uma carta para a seção de Cartas do Leitor de “O Globo”, respondendo a um ataque do Ali Kamel. “O Globo” publica a carta e, junto com ela, a resposta do Kamel, com outros ataques, me chamando várias vezes de mentiroso. Ou seja, não só o direito de responder, na minha resposta, mas de ofender. Se eu mandar outra carta, pedindo direito a tréplica, certamente sairá com outra resposta do Kamel me xingando novamente. Quando escreve sem direito a réplica ou tréplica, quando fala sozinho, o Kamel é imbatível. Isso não se discute, por definição. No final, sua declaração esparramada de amor: “É por isso que me orgulho de “O Globo””. Nem vou discutir o amor entranhado que Kamel tem pelo jornal que lhe garante salário e projeção. É amor desinteressado, não tenho dúvida. Mas é um cara-de-pau, convenhamos: ter orgulho de um jornal que permite que uma carta que responde a ofensas seja publicada, mas como álibi para novas ofensas ao missivista. Pergunto aos colegas que, dentro de “O Globo”, lutam para preservar o jornalismo: o que fizeram foi bom jornalismo? Repito: o Kamel está conseguindo destruir, dia a dia, o enorme esforço do Evandro Carlos de Andrade, para reconstruir a imagem da Globo. E por picuinha.”

Meu comentário:

Não é por picuinha, caro Nassif. É por cegueira ideológica. É bom saber que tem gente de fora das Organizações Globo que enxerga um processo que vem lá de longe, que quem trabalha ou trabalhou na Globo já denunciava e continua denunciando nos corredores há mais de um ano. Os métodos adotados pelo Jornalismo da empresa, ou pelo menos pela facção que está no poder, estão minando lentamente a credibilidade do grupo. Até a seção de cartas passou a ser manipulada. E o necrológio, no caso de Antonio Carlos Magalhães e Augusto Pinochet. A Globo é tão autocentrada que, se os estúdios do Jornal Nacional forem demolidos por causa da falência da empresa, os “colaboradores” vão continuar dirigindo até lá, estacionando os automóveis e seguindo para uma redação fantasma. Os herdeiros de Roberto Marinho conduzem a Globo pelo mesmo caminho da Telemontecarlo, por terceirizar para um grupo de aloprados a avaliação da conjuntura social, política e econômica; e por submeter toda a produção jornalística da empresa a um grupo que inclui ideólogos, burocratas, incompetentes e puxa-sacos. Parece o Kremlin nos tempos do Brezhnev.

Não conheco a Globo por dentro, nunca trabalhei lá, e provavelmente nunca irei, porém, acho notável o fato de os Marinho manterem como chefes de jornalismo algumas figuras que são motivo de piadas em qualquer outro ambiente, quenão as redações da própria TV Globo.

Se existe cegueira ideológica por parte dos “ideólogos, burocratas, incompetentes e puxa-sacos” lá dentro, cegueira maior ainda é dos Marinho, que deixam o império construído pelo Pai fique na mão dessas figuras… Mas é compreensível. Os Marinho, que cresceram tendo um pai que reinava absoluto no país, imaginavam que herdariam e manteriam a influência política, a credibilidade e o alcance da Globo. Quando é que eles iriam imaginar esse gráfico abaixo?

Clique na imagem para entender o que é a “Teoria da Calda-longa”.

Acontece que os grandes grupos de mídia/poder preferem acreditar que essa coisa de internet, cauda longa, participação e, essencialmente, democratização, é apenas uma onda-passageira, que eles podem apenas fingir que não existe e/ou fingir que pegam… Não é fácil pra uma mega-estrutura, do tamanho de um monstro como a Globo, ter que abrir mão da sua influência, espaço, audiência, etc, para algumas teorias “malucas” que dizem que a produção e distribuição de conteúdo vai se fragmentar e distribuir e que eles vão perder importância… Estruturas desse tamanho não são passíveis de mudanças radicais. Especialmente estruturas acostumadas com o poder que um modus-operandi, hoje já antiquado, lhes proporcionou no passado recente.

Ali-Kamel, Shcroeder e os seus patrões, os Marinho, são filhos desse modelo. Aprenderam nessa escola. E como o ditado inlgês já diz, “You can’t teach an old dog, new tricks

Eles se abraçam ao passado, ao seu modelo hoje defasado, e ao poder que antes mantinham, usando como sustentação gráficos de popularidade e pesquisas de opinião que comprovam a sua teoria infundada de que são isentos e que tem credibilidade perante o público. E enquanto isso, o mundo gira ao redor da Globo. E gira em uma velocidade inimaginável, criando uma revolução na maneira de se produzir e de se consumir mídia, conteúdo e jornalismo. E é uma revolução que vem se utilizando da mesma malha que há décadas atrás propiciaram o surgimento da própria TV Globo: O interesse de grupos econômicos.

Mas a Globo não é a única… Pelo Brasil e mundo afora, grandes grupos de comunicação enfrentam os mesmos dilemas… A própria BBC a cada dia perde audiência, importância e tem que enxugar sua estrutura.

Foi ciente dessa realidade, que Tom Curley, o CEO da Associate Press discursou recentemente, clamando para que as organizações noticiosas percebam o futuro e não tentem lutar contra ele. Veja alguns trechos tirados da matéria no Washington Post:

Em alguns pontos do seu discurso, Curley diz que “as organizações de mídia devem parar de pensar como gatekeepers de informação e tentar alcançar as pessoas que estão acostumadas a receber notícias online em tempo real e que customizam as maneiram que eles vêem e lêem essas notícias”.

(…)

Curley também disse que as organizações notíciosas também são culpadas pelos problemas que vem enfrentando ao tentar se adaptar as novas realidades no negócio de notícias sendo moldadas pela explosão do uso de internet. “A primeira coisa que tem-se que largar é a atitude“, disse Curley. “Nossa arrogância institucional fez mais para nos prejudicar do que qualquer portal na Internet“.

(…)

Curley convocou empresas de mídia tradicionais a cooperarem mais com portais online, e disse que ainda há lugar para o ‘jornalismo tradicional’ com jornais impressos e noticiários televisivos, porém, disse ele “é um espaço menor“.

Pra completar o infortúnio dos meios de comunicação tradicionais, cruzei hoje no Eu Ví o Mundo com o seguinte dado:

Em 2006, nos Estados Unidos, a Nike gastou 453 milhões de dólares em eventos, competições, buscadores de internet, propaganda em lojas e merchandising de seus produtos em filmes, séries de TV, videogames e videoclips, contra 221 milhões de dólares na mídia tradicional - jornais, revistas, emissoras de rádio e TV e banners na internet.

Citado pelo jornal New York Times, o vice-presidente global de marcas da Nike foi direto ao assunto: “O objetivo de nossos negócios não é manter vivas as empresas de mídia”.

Alguem, por favor, avisa os Marinho, os Civita, o Shroeder e o Kamel…

del.icio.us