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"Eu" Category


Young, English, Illegal


Monday, January 14, 2008

De todos os brasileiros que vivem no Reino Unido mais de 50% vivem em situação ilegal. Ainda assim o fluxo de brasileiros vem aumentando não só para cá mas também para o resto da Europa, mesmo com os esforços dos governos em limitar esse fluxo com milhares de brasileiros sendo barrados nos portos e aeroporto todos os anos… Mas e o inverso?

Novo filme meu no ar na Current TV, dessa vez sobre um inglês que vive ilegalmente em São Paulo…

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The Secret Show ganha 2 Baftas!!


Wednesday, November 28, 2007

Nesse domingo o desenho animado que editei, The Secret Show ( O Show Secreto no Brasil ) faturou 2 BAFTAs, o prêmio da Academia Britânica de Filme e Televisão. Os prêmios foram de Melhor Série de Animação e Melhor Website. Entendendo a tradição que o Reino Unido tem em desenhos animados, nada mal ganhar um Bafta de Melhor Animação, melhor ainda quando desbanca o filho mais novo da Aardman, “Shaun the Sheep” que concorria na mesma categoria…

Ai ai… Como a vida é boa….

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Aula na London City University


Tuesday, November 13, 2007

Acabo de voltar de duas aulas que dei na London City University, pras turmas do último ano de International Media Business. O tema das aulas foi mídia e liberdade de imprensa no Brasil. Basicamente dei um histórico de como o mercado de mídia é estruturado no Brasil, como o financiamento dos canais de TV e da Imprensa é baseado massiçamente em publicidade, e terminei com a exibição do documentário “Gagged in Brazil”, que produzi para a Current TV.

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Cenas do documentário
 
O documentário está prestes a ir ao ar, e os alunos tiveram a chance de assisti-lo em primeira mão. A aula foi bacana, alunos de diversos países, e no módulo já estudaram com a mídia é estruturada na Rússia, Oriente Médio, EUA, Europa, e etc…O interessante, é notar como as semelhanças das circunstâncias em que a mídia “opera” no Brasil, é bastante similar a como ela opera em outros países também…

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O Show Secreto


Wednesday, November 7, 2007

O Show Secreto (ou The Secret Show) agora passa todos os dias as 3:45 da tarde na BBC 1. Quando você passa em uma loja de eletrônicos por volta dessa hora em Londres, é essa a cena que você vai ver…

Muito legal né…

No Brasil você assiste O Show Secreto todos os dias às 5:30 da tarde no canal a cabo Jetix.

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O que você está fazendo?


Tuesday, October 30, 2007

Me cadastrei recentemente no Twitter, e tenho um app, chamado TWITERRIFIC no meu desktop, que não só me permite atualizar instantaneamente meu Twitter como também ver o que as pessoas que eu estou “seguind0″ estão fazendo… Tenho até atualizado com maior frequencia do que imagine que iria…

Para me “seguir”, basta se cadastrar no twitter e ir ao meu endereço:
http://www.twitter.com/danielflorencio

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Current TV no Emmy


Monday, September 17, 2007

A Current TV ganhou um Emmy por “achievement in interactive television” ontem… Al Gore e Joel Hyatt foram receber o prêmio…

Assista aqui o promo que eu produzi para o lançamento da Current TV no Reino Unido.

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Novo site


Saturday, September 8, 2007

Depois de muito tempo finalmente atualizei e fiz um face-lift no meu site profissional. E, modéstia a parte, ficou bonitão…. Acessem aí: www.danielflorencio.com

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Av. Assis Chateubriand


Saturday, August 25, 2007

Música por The Electric Stallion.

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Heemstedestraat


Monday, August 13, 2007

Heemstedestraat em Amsterdam.
Música por “The Electric Stallion”

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TV 2.0 no Estadão


Monday, July 30, 2007

Dei uma entrevista há algumas semanas atrás pro Filipe Serrano, do Estadão. E a matéria (excelente, por sinal) saiu hoje no caderno Link.

Reproduzo um trecho:

No Brasil e no exterior, canais pagam por vídeos de internautas
Filipe Serrano

“Mídia no Brasil é sinônimo de controle.” A crítica ácida vem do jovem documentarista Daniel Florêncio, de 27 anos, e reflete uma experiência vivida por quem trabalha com a produção audiovisual. Mas a barreira começa a mudar com as portas abertas por sites de vídeos que até chegam a remunerar os filmes mais acessados.

Formado em Rádio e TV no Brasil, Daniel encontrou seu espaço depois de ter feito mestrado no Reino Unido. Seu documentário A Brazilian Immigrant - “que trata da maneira com que os brasileiros são vistos e recebidos por oficiais de imigração ingleses”, segundo ele mesmo - chegou a participar de festivais de curtas na Europa. Com a notoriedade, Daniel foi convidado a produzir os primeiros vídeos para a filial inglesa da emissora americana Current TV.

A proposta da Current é ter um terço da programação feita por usuários. As
pessoas enviam vídeos para o site www.current.tv e os mais votados vão ao ar, na TV. Os selecionados ainda recebem uma bolada de US$ 500. “O objetivo é democratizar a televisão ao dar o poder de criação aos jovens adultos entre 18 e 34 anos”, diz a assessoria da emissora.

Para Daniel, o modelo é libertador e democrático. “A produção gerada pelo usuário não veio pra substituir a o trabalho profissional. Veio para acrescentar. Traz novas perspectivas, novas abordagens e novas estéticas”, afirma. (…)

Sobre outro assunto, mas ainda extremamente próximos, reproduzo post do Blog do Luiz Nassif

O anti-lulismo e a anti-mídia

A entrevista de Roberto Civita ao Jornalistas&Cia comprova a máxima: de onde nada se espera, nada vem. O que se tem, de um lado, é a grande imprensa apostando na radicalização. Perdeu o poder de derrubar presidentes; manteve o poder de influenciar amplas camadas na classe média.

É uma orquestração, que persiste há algumas décadas, e que só agora começa a sofrer algumas trincas dos novos meios de comunicações.

Há os veículos-âncora, que dão o tom e o toque. No momento, é o “Jornal Nacional”, jornal “O Globo” e a “Veja”. Depois, um subconjunto de grandes veículos que repercute: o “Estadão”, que, de qualquer forma, ainda tem uma linha própria; e a “Folha” que há alguns anos abriu mão de ser âncora para ir a reboque da “Veja”. De vez em quando se sente a “Folha” tentando recuperar o espaço perdido. Como o espaço que deixou não foi ocupado por ninguém, um pouquinho de racionalidade e de capacidade de pensar grande poderá trazê-la de volta ao eixo original.

Parte relevante dos colunistas políticos, e até de Variedades, continua prisioneira da “síndrome da indignação”. É uma armadilha que sempre pega gente mais insegura. O sujeito quer se identificar com seu leitor. Para tanto, tem que demonstrar indignação, indignação e indignação. Não lhe ocorre trazer explicações, análises. O que vale são os decibéis, que o igualam ao leitor. Tem audiência. No tempo de FHC, lembro-me de conversas com alguns colegas – que batiam diariamente em FHC – e que diziam que, no dia em que ficavam mais calmos, os leitores reclamavam.

Esse estilo me embrulha o estômago há muito tempo. Não existe nada mais fácil e demagógico do que a indignação reiterada. A indignação é virtuosa quando isolada, quando a pessoa identifica um fato não notado e expressa sua indignação. É a maneira de chamar a atenção para o que não foi visto, é a expressão da surpresa, do espanto ante o inusitado. Quando se entra no “coral dos indignados”, na maratona de quem consegue ficar por mais tempo indignado, perde a nobreza, torna-se demagógica, previsível.

***

Não sei quanto tempo irá levar nessa situação. Concretamente, o que está ocorrendo é uma radicalização cada vez maior entre esse público da grande mídia e um amplo espectro que poderia ser denominado de anti-grande mídia – que, temo eu, seja mais amplo do que o arco lulo-petista, porque engloba pessoas que entenderam que não pode existir poder absoluto em um governo, mas também não pode existir na mídia.

Em uma sociedade de massa, a arrogância é veneno na veia. Sérgio Motta, grande político e brasileiro, tornou-se alvo quando seu estilo foi confundido com arrogância; Fernando Collor foi derrotado muito mais pela arrogância do que pelos abusos; FHC criou uma enorme resistência, muito mais por sua arrogância intelectual do que pelos seus atos; José Dirceu foi defenestrado quando permitiu que se disseminasse a imagem do super-poderoso.

Pois é essa mesma mídia, que nas últimas décadas, providenciou essa caça-ao-arrogante, que se deixou cair na armadilha da arrogância. Cada forçada de barra, cada manchete escandalosa, cada crítica mal-posta cria anti-corpos na hora – é só ler os comentários aqui no Blog.

Por outro lado, cada manifestação desse público midiático provoca uma contra-manifestação em igual ou maior força do público anti-midiático. E ai se complica. Os dois lados estão fervendo, radicalizados. Está-se criando um fosso no país, mesmo tendo na presidência da República um político fundamentalmente contemporizador.

***

O que ocorrerá, se esse clima persistir até as próximas eleições? Primeiro, inviabilizará qualquer candidatura de consenso. Candidatos que poderiam montar um grande arco de alianças de centro-esquerda serão expulsos do jogo. Havendo a radicalização, o candidato lulo-petista será aquele que desfraldar a bandeira anti-mídia: Ciro Gomes ou Roberto Requião. E o resultado será o confronto, que poderá ocorrer antes, durante ou após as eleições.

São tão óbvios esses desdobramentos que às vezes fico pensando em que país vive Roberto Civita.

PS - Não se minimize a notável contribuição a essa fogueira da falta de iniciativa do governo Lula

Minha nota: A toda ação vem uma reação. Se a grande mídia radicaliza de um lado, pra haver balanço, radicaliza-se do outro. Sorte a nossa que hoje existem meios de se fazer esse balanço. Em 1964 um presidente trabalhista caiu por não haver balanço algum. No mais, se a grande mídia realmente trata seu negócio como negócio, há de perceber a perda de público e de receita. Órgãos noticiosos que perdem credibilidade perdem o seu maior bem. E, a cada dia abre-se um vácuo, cada vez maior para um órgão de mídia democrático, responsável, e balanceado. Há uma demanda enorme, com pouquissimos fornecedores. Sõ não vê quem não quer.

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Fazer o que?


Tuesday, July 24, 2007

Confesso que tive um misto de surpresa e tristeza com os comentários ao meu artigo no Observatório. Não que esperasse que ninguem concordasse comigo, apesar, de mesmo parecendo que não, acho que a maioria concorda em linhas bem gerais… Mas a impressão que deu foi que ninguém leu o texto inteiro, prendendo os comentários ao que foi dito nos primeiros 4 parágrafos.

Não existe 1 comentário sequer tratando do objetivo do meu texto, que é discutir a entrada das teles no mercado de distribuição e o lobby da Globo pra impedir… 1, sequer…

Enquanto o discurso for ficar nessa de “A Globo tem que acabar!”, “A Globo é responsável por todos os problemas do país”, e continuarem não lendo artigos inteiros e não discutindo o que tem que ser discutido, a democratização da mídia no país vai demorar muito mais pra acontecer do que vem demorando…

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Capa


Monday, July 23, 2007

Meu artigo sobre a Globo e as Teles é capa hoje no Observatório da Imprensa, ó só que bonito:

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Post 1000


Tuesday, July 17, 2007

Diferente do Romário, que custou a fazer o seu gol número 1000. Fazer o meu post número 1000 não é tão difícil. Eu posso simplesmente escrever qualquer bobagem aqui (como esse post) e pronto. Tá feito o meu post número 1000.

Mas no meu caso, o post 1000 não vai ter livro, nem camiseta comemorativa pra eu faturar um cobre igual ao Gol 1000 do Romário. Vai ser uma comemoração solitária e sem retorno financeiro, desse blog que começou com uma brincadeira pessoal…

Mas não posso dizer que esse é um blog livre!! Ele também sofre censura e pressão! Já tive que apagar diversos posts que mencionavam ex-namoradas, porque as atuais ficavam com ciúmes… Apaguei posts que criticavam políticos, porque eles foram reclamar com meus ex-patrões, e eu fiquei com medo… Já tive que apagar críticas a determinadas figuras, que depois, descobri que liam meu blog, e não ia pegar bem… Já tive que apagar textos imensos, porque depois de rele-los pensei comigo “como posso escrever tanta besteira?”… Enfim… Foram muitas emoções…

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