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	<title>Florencio est... &#187; Ciência</title>
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	<description>Florêncio est, hit at nunc, fiat lux!</description>
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		<title>Humanidade</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 20:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje fazem 40 anos que o homem pisou na lua. Foi então que Neil Armstrong entrou para a história como o primeiro homem a por os pés em solo lunar. Buzz Aldrin o seguiu.  As missões lunares seguiram por algum tempo até o público perder o interesse por elas e o projeto ter sido encerrado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.wired.com/images/article/full/2008/07/moon_landing_630px.jpg" alt="" width="446" height="420" /></p>
<p>Hoje fazem 40 anos que o homem pisou na lua. Foi então que Neil Armstrong entrou para a história como o primeiro homem a por os pés em solo lunar. Buzz Aldrin o seguiu.  As missões lunares seguiram por algum tempo até o público perder o interesse por elas e o projeto ter sido encerrado. Já fazem anos que o homem não visita mais o satélite do nosso planeta. O desafio de chegar lá já foi superado. A pergunta agora é, o que vem depois?</p>
<p>Há época quando Kennedy afirmou que o homem iria a lua, disse:</p>
<blockquote><p><em>“There is no strife, no prejudice, no national conflict in outer space as yet. Its hazards are hostile to us all. <strong>Its conquest deserves the best of all mankind</strong>, and its opportunity for peaceful cooperation may never come again.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>O vídeo está aqui:</p>
<p><a href="http://blog.danielflorencio.com/2009/07/16/humanidade/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>O projeto durou anos, culminando com três homens embarcando em um módulo lunar, na ponta de um foguete gigante, correndo riscos inimagináveis. Ninguém tinha certeza se eles voltariam. Aquilo nunca havia sido feito antes. Fincaram uma bandeira norte-americana em solo lunar.</p>
<p>Poucos séculos antes, outros homens, liderados por um tal Cristóvão Colombo enfrentaram um desafio semelhante. Colombo desafiou o establishment, questionou idéias e quase foi punido pela Igreja Católica.  Mas mesmo assim entraram em algunas caravelas e rumaram para o Oeste. Não sabiam o que encontrariam. Não sabiam se voltariam. Descobriram o Novo Mundo.</p>
<p>Hoje, com as bases do mundo como o conhecemos nas últimas décadas se ruindo, o homem vê que ele é apenas homem. E que há mais <em>lá fora </em> e a ser feito do que garantir uma subsistência confortável, as custas do que esse planeta tem a oferecer.</p>
<p>O diretor da Nasa, Jesco von Puttkamer, <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/07/11/ult2682u1232.jhtm" target="_blank">em entrevista ao  Der Spiegel</a> afirmou:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Marte é o planeta do nosso destino. (&#8230;) Os seres humanos um dia pisarão em Marte e o habitarão. (&#8230;) Se este projeto for bem sucedido, a humanidade terá criado para si um segundo lar, para a eventualidade de um impacto de asteroide ou outra grande catástrofe acabar com a vida na Terra. <strong>Somente tendo Marte como um planeta reserva a raça humana se tornará realmente imortal</strong>. </em></p></blockquote>
<p>E sobre os riscos, ele diz:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mas se desejarmos nos aventurar no Universo, precisaremos superar as nossas preocupações exageradas com a segurança. Se pudesse levar um agasalho bem quente comigo, eu embarcaria imediatamente em uma espaçonave para Marte.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Ele aparentemente, não é o único. Bill Stoner, um renomado explorador, responsável por explorar cavernas e oceanos profundos, em uma palestra no TED, disse que está disposto a correr os riscos que forem necessários para ir a Lua até 2015 e extrair gelo, para que ali possa ser criado um &#8220;posto de abastecimento&#8221; para espaçonaves com destinos distantes. Marte, por exemplo&#8230;</p>
<p>A palestra de Bill está aqui, o trecho sob sua expedição lunar começa aos 10 mins e 50 segundos:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/BillStone_2007-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillStone-2007.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=141" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/BillStone_2007-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillStone-2007.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=141" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As principais diferenças entre o homem e os outros animais que habitam esse planeta são duas. Capacidade de adaptação e consciencia da nossa existência. Ambas estão relacionadas ao nosso intelecto. E são essas diferenças que levam o homem a sobreviver as condições dessa planeta e a humanidade a seguir em frente, explorar e garantir a sua perpetuação. Não temos apenas a consciência de existência como indivíduos, mas como espécie. Todas as ciências no mundo se dedicam a entender nossas origens, nossas condições e nosso futuro.</p>
<p>Talvez, a condição fundamental para que a raça humana seja imortal seja o desprendimento. Desprendimento tamanho só possível com um profundo desenvolvimento espiritual. Já imaginaram termos que abandonar o planeta que nos deu origem e tudo mais o que há aqui? Só assim para nos imaginar vivendo em Marte, na Lua, ou onde quer que seja.</p>
<p>Felizmente ciência e espiritualidade parecem, cada vez mais, caminhar passo a passo. E continuara assim, até o ponto de convergência, sabe-se lá onde seja no tempo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.inewscatcher.com/timages/03001b34bc699bef1e81f49595facd7b.jpg" alt="" width="413" height="310" /></p>
<p>Buzz Aldrin, <a href="http://www.guardian.co.uk/science/video/2009/jul/04/buzz-aldrin-moon-landing" target="_blank">em uma excelente entrevista ao Guardian</a> conta que o maior desafio da missão lunar, não foi a missão em sí, mas o retorno a Terra.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Após andar na Lua, o que mais resta a um homem?&#8221;</em></p></blockquote>
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		<title>The News Tonight</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou voltando atrás no que eu disse há um tempo atreás. Jack Johnson é muito bom. Essa música por exemplo, The News. Vi no blog da Dri há um tempo atrás um vídeo de Ferreira Gular falando sobre Vinicius. Ele dizia que Vinicius era um cara alto-astral, e que &#8220;a vida é uma invenção, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou voltando atrás no que eu disse há um tempo atreás. Jack Johnson é muito bom.</p>
<p>Essa música por exemplo, <strong><em>The News</em></strong>.</p>
<p>Vi no <a href="http://oblogdadri.blogspot.com/2009/06/apesar-de-eu-amar-chico-buarque-e-edu.html" target="_blank">blog da Dri</a> há um tempo atrás um vídeo de Ferreira Gular falando sobre Vinicius. Ele dizia que Vinicius era um cara alto-astral, e que &#8220;<em>a vida é uma invenção, se você quer inventar pro ruim, você inventa pro ruim. Se você quer inventar pro bem, você inventa pro bem</em>&#8220;.</p>
<p><strong><em>The New</em>s</strong> de Jack Johnson tem a ver com o que Ferreira Gular diz, prestem atenção&#8230;</p>
<p><a href="http://blog.danielflorencio.com/2009/07/09/the-news-tonight/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<blockquote><p><em>A billion people died on the news tonight<br />
But not so many cried at the terrible sight<br />
Well mama said<br />
It&#8217;s just make believe<br />
You can&#8217;t believe everything you see<br />
So baby close your eyes to the lullabies<br />
On the news tonight</em></p>
<p><em>Who&#8217;s the one to decide that it would be alright<br />
To put the music behind the news tonight<br />
Well mama said<br />
You can&#8217;t believe everything you hear<br />
The diagetic world is so unclear<br />
So baby close your ears<br />
On the news tonight<br />
On the news tonight</em></p>
<p><em>The unobtrusive tones on the news tonight<br />
And mama said<br />
Mmm</em></p>
<p><em>Why don&#8217;t the newscasters cry when they read about people who die<br />
At least they could be decent enough to put just a tear in their eyes<br />
Mama said<br />
It&#8217;s just make believe<br />
You cant believe everything you see<br />
So baby close your eyes to the lullabies<br />
On the news tonight </em></p></blockquote>
<p>E é prestando atenção na mídia e na imprensa no mundo que você vê que, realmente, devemos &#8220;<em>fechar nossos olhos para as canções dos jornais de hoje a noite</em>&#8220;.  No Brasil, a Globo com sua história de joguetes e articulações. No Reino Unido os tablóides acusados de grampearem telefones de celebridades e políticos. Na Itália, Berlusconi. Enfim&#8230; Quando é que vamos parar de escutar o que o Murdoch, Ali Kamel, William Bonner e tantas outas figuras bizarras tem a nos dizer, e vamos passar a escutar a pessoas muito mais interessantes como Ferreira Gular, Jack Johnson, etc&#8230;?</p>
<p>Tá na hora do jornalismo ser reinventado. Pro bem.</p>
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		<title>Agua Viva</title>
		<link>http://blog.danielflorencio.com/2008/04/30/agua-viva/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 09:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ta precisando de uma agua viva mecania de metros de altura pra suprir o vazio daquele seu galpao sem vida e sem graca? Essa empresa alema aparentemente tem a solucao pro seu problema:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ta precisando de uma agua viva mecania de metros de altura pra suprir o vazio daquele seu galpao sem vida e sem graca? <a target="_blank" href="http://www.festo.com/net/startpage/">Essa empresa alema</a> aparentemente tem a solucao pro seu problema:</p>
<p><a href="http://blog.danielflorencio.com/2008/04/30/agua-viva/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O profeta</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 11:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo está mudando&#8230; Vocês estão vendo? Nós vamos ser pegos pelo olho do furacão&#8230; &#8220;Because things are the way they are, things will not stay the way they are.&#8221; &#8212; Bertolt Brecht E praqueles que gostam de grana, hoje na Bloomberg uma entrevista interessante: New Fortunes Will Be Made in Saving This Planet: Interview [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo está mudando&#8230; Vocês estão vendo? Nós vamos ser pegos pelo olho do furacão&#8230;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Because things are the way they are, things will not stay the way they are.&#8221; &#8212; Bertolt Brecht</em></p></blockquote>
<p>E praqueles que gostam de grana, hoje na Bloomberg uma entrevista interessante:</p>
<blockquote><p><strong><em>New Fortunes Will Be Made in Saving This Planet: Interview</em></strong></p>
<p><em>Authors Fred Krupp and Miriam Horn argue that we can change our gluttonous, energy-depleting, air-soiling ways by forging smart bonds between investors and innovators: &#8220;A revolution is on the horizon: a wholesale transformation of the world economy and the way people live.&#8221; (&#8230;)</em></p></blockquote>
<p>Uns vão liderar&#8230; Outros vão seguir&#8230; Outros, com medo, vão se prender ao modelo de mundo que conhecem e vão se ferrar&#8230;</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Adapt or perish, now as ever, is Nature&#8217;s inexorable imperative.&#8221; &#8211;H. G. Wells</em></p></blockquote>
<p>Meu momento profeta dessa semana&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hubble Deep Field</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 01:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a foto mais profunda tirada do espaço pelo telescópio Hubble. Se chama &#8220;Hubble Ultra Deep Field&#8221; (clique para ver a imagem com maior resolução). É o mais distante que já conseguimos ver no Universo. O espaço da foto, corresponde a 1/10 do tamanho da lua cheia vista da Terra. Existem nessa foto mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fas.org/irp/imint/docs/rst/Sect20/v_ultra-deep_field_02.jpg" /></p>
<p>Essa é a foto mais profunda tirada do espaço pelo telescópio Hubble. Se chama &#8220;<em>Hubble Ultra Deep Field</em>&#8221; (<a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2f/Hubble_ultra_deep_field.jpg" target="_blank">clique</a> para ver a imagem com maior resolução). É o mais distante que já conseguimos ver no Universo. O espaço da foto, corresponde a 1/10 do tamanho da lua cheia vista da Terra. Existem nessa foto mais de 10 mil galaxias visíveis. Cada ponto visível na foto corresponde a uma galaxia, e cada uma dessas galaxias tem milhares de estrelas, e em cada uma dessas estrelas há a possibilidade de haverem planetas, e em cada um desses planetas, sabe-se lá o que podemos encontrar&#8230;Além do valor científico, essa foto é boa para nos colocar no nosso devido lugar. Não somos o umbigo do mundo. Muito menos do Universo. Há muito mais lá fora que nossos problemas, conflitos e ambições terrenas podem nos fazer acreditar&#8230; <strong><em></p>
<p>Não devemos em nenhum momento nos esquecer de quão rica é nossa insiginificância.</em></strong></p>
<p>E esse aqui, é um videozinho interessante que fala sobre o Deep Field e do Ultra Deep Field:</p>
<p><a href="http://blog.danielflorencio.com/2008/03/11/hubble-deep-field/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A volta do Papai Smurf</title>
		<link>http://blog.danielflorencio.com/2008/01/08/a-volta-do-papai-smurf/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 04:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra quem achava que eles haviam ido embora, e sumido junto com a série dos anos 80, não&#8230; Papai Smurf está de volta: Esse senhor aí, Paul Karason,  tinha um problema de pele e tomou por conta própria uma solução a base de prata pra tentar cura-lo. Com o passar do tempo, a pele dele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quem achava que eles haviam ido embora, e sumido junto com a série dos anos 80, não&#8230; Papai Smurf está de volta:</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.skrewtips.com/img/man-with-blue-skin-from-mercola-website.jpg" alt="" width="189" height="130" /><img src="http://tv.globo.com/Entretenimento/Tv/foto/0,,11272123,00.jpg" alt="" width="197" height="123" /></p>
<p>Esse senhor aí, Paul Karason,  tinha um problema de pele e tomou por conta própria uma solução a base de prata pra tentar cura-lo. Com o passar do tempo, a pele dele começou a azular. Não muito raramente, ele é chamado de Papai Smurf quando sai pra passear. Toda essa história foi contada por ele no programa matutino Today, na TV americana. <a href="http://today.msnbc.msn.com/id/22536241/ ">Assista aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Efeito Borboleta</title>
		<link>http://blog.danielflorencio.com/2007/10/27/efeito-borboleta/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 18:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Efeito Borboleta. A frase refere-se a idéia de que as asas de uma borboleta ao voar podem criar minúsculas mudanças na atmosfera, que podem culminar com o surgimento de um tornado (ou, impedir que um tornado surja). As asas batendo, representam a pequena mudança inicial nas condições do sistema que causam uma cadeia de eventos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/" target="_blank"><img src="http://blog.danielflorencio.com/wp-content/uploads/2007/10/banner1b.gif" /></a></p>
<blockquote><p>&#8220;<em><strong>Efeito Borboleta</strong></em>. A frase refere-se a idéia de que as asas de uma borboleta ao voar podem criar minúsculas mudanças na atmosfera, que  podem culminar com o surgimento de um tornado (ou, impedir que um tornado surja). As asas batendo, representam a pequena mudança inicial nas condições do sistema que causam uma cadeia de eventos que levarão a um fenômeno de larga escala Se a borboleta não tivesse batido as asas, a trajetória do sistema poderia ter sido completamente diferente.&#8221;</p></blockquote>
<p>Retirado da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Butterfly_effect" target="_blank">Wikipedia</a>, onde explica-se com mais detalhes sobre teoria do caos e outras maluquices.</p>
<p>Poisé&#8230; E é exatamente pensando nesses reflexos, que podem não ser imediatos, mas certamente culminarão em um &#8220;fenômeno em larga escala&#8221;, que eu acho muito bacana essa <a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/" target="_blank">&#8220;Operação Rede Globo&#8221;, promovida pelo MSM ( Movimento dos Sem Mídia )</a>, em São Paulo, e depois, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Participe. Se não pode participar, divulgue&#8230;</p>
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		<title>Eu já sabia&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2007 23:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[current tv]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Assitam esse pod da Current TV&#8230; No início eles explicam a importância da diversidade genética&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assitam esse pod da Current TV&#8230; No início eles explicam a importância da diversidade genética&#8230;</p>
<p><embed src="http://www.current.tv/studio/vm2/vm2.swf" flashvars="videoType=vcc&#038;videoID=34078807" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" height="360" width="335"></embed></p>
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		<title>A Classe Média</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2007 14:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Florencio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Gwyneth Paltrow]]></category>
		<category><![CDATA[hugh grant]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[notting hill]]></category>

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		<description><![CDATA[Descobri que tenho mais apreço pelas elites canalhas e pelo populacho sem costumes do que pelas classes médias sonsas desse mundão de meu Deus&#8230;. Esse posto abaixo, foi escrito por mim no &#8220;No Caso, Senhor&#8220;: Eu tenho um sério problema com esses filmes ingleses que retratam a classe média inglesa e que fizeram o Hugh [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri que tenho mais apreço pelas elites canalhas e pelo populacho sem costumes do que pelas classes médias sonsas desse mundão de meu Deus&#8230;.</p>
<p>Esse posto abaixo, foi escrito por mim no &#8220;<a href="http://www.nocaso.org/">No Caso, Senhor</a>&#8220;:</p>
<p><img src="http://www.clangrant-us.org/images/hugh-grant.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 131px; height: 137px" border="0" />Eu tenho um sério problema com esses filmes ingleses que retratam a classe média inglesa e que fizeram o Hugh Grant famoso. Por um simples fator. A classe média inglesa é chatíssima. Nada como no Brasil onde, apesar de chata e desinteressante, ela ainda tem seus pecados: Lêem a Veja, são conservadores udenistas, e ao mesmo tempo em que aproveitam-se da desigualde social do país para viverem como reis, são vítimas de sequestro relampago e balas-perdidas&#8230;</p>
<p>Os dramas vividos pela classe média inglesa são risíveis.. A Gwyneth Paltrow perdeu o metrô no Sliding Doors? Ôooo dó! A livraria de livros de viagem do Hugh Grant está dando prejuízo? Que peeeeena&#8230; Um bom drama seria um ingles de classe média subindo o Complexo do Alemão no Rio procurando cocaína pra comprar. Ou sendo largado no centro de Baghdad, e tendo que descobrir a pé o caminho pra se chegar a Green Zone&#8230; Isso sim é drama.</p>
<p>Bom, mas diferente do Brasil, onde a classe média é determinada pelo quanto de dinheiro você tem, aqui ela é determinada pelo seu background socio-cultural, independente de situação econômica. E, assim como no Brasil, eles exercem uma função social importante&#8230; A de força motora pra manter tudo como está&#8230;</p>
<p><img src="http://www.homevideos.com/movies-covers/SlidingDoors.jpg" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 166px; height: 235px" border="0" />Mas apesar de chatos eles são bem instruídos. Entendem de política, preocupam-se com o meio ambiente, com as crianças famintas na Africa, com a guerra no Iraque e no Afeganistão, e vez ou outra, encontra-se algum que comentará com você os problemas sociais do Brasil ou a guerra civil na Colômbia.</p>
<p>Acreditam no entanto, que a melhor forma de resolver todos os problemas é doando dinheiro ou roupas velhas pra Oxfam (uma das maiores ONGs de ajuda humanitária do Reino Unido, e sabe-se lá, talvez da Europa e/ou do mundo) ou afins. Pra eles basta isso, doar pra uma ONG qualquer resolver o problema por eles. Entendem o problema, reconhecem o problema, e a maneira de resolver é dispondo de uma parcela ínfima de seus salários&#8230;</p>
<p>Por conta dessa mentalidade, existe aqui a indústria das &#8220;charities&#8221;. Tem &#8220;charity&#8221; pra tudo, e é inclusive um amplo mercado de trabalho. É a lei do menor esforço pra não se sentir culpado pelas mazelas do mundo. Paga-se pra alguém fazer o trabalho sujo. Pra alguem ir e entrar em contato com a pobreza e a miséria, enquanto fica-se ali, no seu mundinho confortável assistindo o Sir. Alan Sugar no O Aprendiz. E as mudanças que são realmente necessárias não são feitas, pois demandam muito mais que pequenas doações&#8230;</p>
<p>Mas fazer o que? Não se pode esperar grandes gestos da classe média&#8230; Seja de onde ela venha&#8230; Pode-se esperar sim, gestos médios. E frustrado é aquele que tem espectativas elevadas, pois tudo que se pode e se deve esperar de uma classe média é muito pouco frente aos grandes gestos necessários para que mudanças aconteçam&#8230;</p>
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