Enquanto no berco do capitalismo, e na sede dos mercados de capitais, Wall Street e a City of London as perspectivas nao sao das melhores, no Brasil, a fina flor do jornalismo pelego quer enfiar na cara dos brasileiros que o Tio Sam salvou a todos do desastre.
Ora, queridos. O Tio Sam esta em mals lencois… Se a proposta do Secretario do Tesouro Henry Paulson para tirar o mercado financeiro da crise for aprovada pelo congresso americano, os EUA vao ter o pior deficit dese 1954. O deficit americano, que ja eh impagavel, se tornara ainda pior. Os EUA estao em guerra, tem no momento 2 paises ocupados, Iraque e Afeganistao. Sao extremamente dependentes do petroleo, um commodity que se torna cada vez mais escasso e caro. Tiveram impostos reduzidos recentemente, os ricos por la nao pagam impostos. Eu me pergunto, como eh que eles pagarao uma divida impagavel? Quem eh que se arriscaria a comprar titulos da divida do tesouro?
Se a Veja quer apostar no sucesso dos EUA, o problema eh deles. Mas se voce, amiguinho, tem algum dinheiro investido seja la onde for, recomendo ler algo melhor…
September 25th, 2008 at 1:40 pm
Alô Daniel,
Vi este seu ‘quase’ post no ‘blogsearch’, e fiquei me perguntando o que houve:
Gagged in Brazil – Mais reacoes
23 set. 2008 por Daniel Florencio
Hoje pela manha, navegando pelo site da Current TV quando cheguei ao trabalho, percebi que o link para o filme que produzi para eles sobre as relacoes do Governo Aecio Neves ea Midia no Brasil, o “Gagged in Brazil”, …
Vi que o link dançou lá na matéria que fiz para o Global Voices:
http://globalvoicesonline.org/2008/09/07/brazil-inventive-censorship-and-the-case-for-anonymity/
Algo errado?
Qualquer coisa, estou na linha.
Saudações.
September 30th, 2008 at 7:50 am
“Quem eh que se arriscaria a comprar titulos da divida do tesouro?”, você pergunta. Matéria da Folha de hj responde (o movimento não é novo, começou há duas semanas):
“Em pânico, os investidores venderam ações, principalmente de bancos, e correram para comprar títulos do governo dos EUA. A procura foi tanta que os juros federais pagos despencaram à metade do que era oferecido na sexta-feira -de 0,87% ao ano para 0,46% para os títulos de três meses.”