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	<title>Comments on: Cuba</title>
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	<description>Florêncio est, hit at nunc, fiat lux!</description>
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		<title>By: Paula</title>
		<link>http://blog.danielflorencio.com/2008/03/02/cuba/comment-page-1/#comment-279</link>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 03:47:10 +0000</pubDate>
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		<description>Finalmente, tenho algo a dizer... li o texto e concordo que é sempre bom poder ver outras perspectivas. Justamente por isso, fiquei me perguntando se há mesmo algo de diferente nessa perspectiva sobre Cuba do que se divulga na mídia mainstream. A mim, me parece que se mantém a idéia de que os problemas ocorridos em Cuba após a Revolução - a repressão aos dissidentes, a perseguição dos homossexuais, o cerceamento da liberdade de expressão - são, de forma determinante, inerentes ao regime. Sou contra o relativismo ético, então, não se trata de justificar as ações do governo cubano a partir da simples contextualização dos eventos. Também não vou afirmar que o próprio pensamento comunista - assumido muito depois da Revolução, diga-se de passagem - não traga, em si, as possibilidades para um totalitarismo. Mas, antes de tudo isso, fico pensando que onde Cuba falhou - resumindo, nas questões de diferença - é exatamente onde todos nós também falhamos, em maior ou menor grau, nas mais diferentes formas. Então, a impressão que tenho é de que não se tratam de problemas inerentes ao regime político, se tratam de problemas inerentes ao seres humanos em geral. Ou não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, tenho algo a dizer&#8230; li o texto e concordo que é sempre bom poder ver outras perspectivas. Justamente por isso, fiquei me perguntando se há mesmo algo de diferente nessa perspectiva sobre Cuba do que se divulga na mídia mainstream. A mim, me parece que se mantém a idéia de que os problemas ocorridos em Cuba após a Revolução &#8211; a repressão aos dissidentes, a perseguição dos homossexuais, o cerceamento da liberdade de expressão &#8211; são, de forma determinante, inerentes ao regime. Sou contra o relativismo ético, então, não se trata de justificar as ações do governo cubano a partir da simples contextualização dos eventos. Também não vou afirmar que o próprio pensamento comunista &#8211; assumido muito depois da Revolução, diga-se de passagem &#8211; não traga, em si, as possibilidades para um totalitarismo. Mas, antes de tudo isso, fico pensando que onde Cuba falhou &#8211; resumindo, nas questões de diferença &#8211; é exatamente onde todos nós também falhamos, em maior ou menor grau, nas mais diferentes formas. Então, a impressão que tenho é de que não se tratam de problemas inerentes ao regime político, se tratam de problemas inerentes ao seres humanos em geral. Ou não?</p>
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