Tem muita gente boa dentro da Globo, isso é inegável. Mas também existem algumas figuras dignas da fúria de meu amigo, Punga. Umas dessas figuras é o Arnaldo Jabor…
Bom, pessoalmente eu acredito que qualquer pessoa que consegue passar anos como colunista do Jornal da Globo, sem sair voluntariamente ou ser demitido não deve ser boa pessoa… Franklin Martins ta aí pra provar…
Pois então, que o Punga, enviou um email ao Jabor, refutando a crítica que ele havia feito sobre o filme “300″ no O Globo… O texto do Punga diz:
“(…)O fato é que Jabor não é mais o mesmo sujeito sagaz, crítico ácido da sociedade brasileira que muitos passaram a admirar. O articulista parece que perdeu de vez contato com a cultura de massa contemporânea; tornou-se um típico “velho chato”, saudosista (como todos), portador de um discurso crítico fora de sintonia com a realidade. Assim como Mainardi, reclama por força do hábito.
Com sua crônica sobre 300, não foi diferente. Jabor certamente não entendeu o espírito do filme. Ele começa o artigo falando bobagem, citando o filósofo Edgar Morin, quando deveria ter colocado as reflexões pós-modernas de lado e aceitado o filme pelo o que ele é: uma história em quadrinhos levada brilhantemente às telas (…)”
Essa é a resposta que ele recebeu do comentarista/jornalista/cineasta:
“Voce nao passa de mais um idiota pop, fascinado com essas merdas nazifascistas que lhe enfiaram na cabeca. vai ler algo decente, oh imbecil…
E esse foi o reply do Punga:
“Prezado, Jabor (…) Aparentemente toquei um nervo exposto. (…) Não esqueça que você, infelizmente, é um formador de opinião. Pense um pouco antes de soltar seus achismos infundados. No entanto, concordo com você que, volta e meia, me pego lendo porcarias. Uma delas é a sua coluna.”
Eu rolei de rir…


April 25th, 2007 at 7:48 am
ou.
me abonei ao podcast do jabor (via cbn) e escutei o comentário desse filme.
até concordo com ele, sem mesmo ter visto o filme. Só repicando à outros comentários (mais confiáveis) que tinha lido, me pareceu coerente.
Mas frequentemente ele comenta o cinema nacional, e aí da priguiça. Quando ele não menciona a época de ouro (a dele, claro, de glauber e outros…), fica exaltando a produção nacional, que é o supra sumo, impecável, tinino, um trem de sem-tirar-nem-pôr.
Acho até que o cinema nacional precisa de um empurraozinho, pra ver se delancha nas bilheterias.
Mas fica tão ridículo, forçado…
(Essa resposta dele tá de velhote mal educado…)
April 26th, 2007 at 1:30 pm
Caraaaalho. O Jabor nunca teve mta linha, mas se teve alguma algum dia, perdeu. Ele eh pessimo. Adorei a resposta do teu amigo. Beijo!
May 16th, 2007 at 12:31 am
Olha soh que mundinho pequeno, ateh mesmo na internet…dei uma busca para ler o tal texto polemico do Jabor (sobre o filme 300) e veja quem foi que apareceu como topo do google. Coincidencia, nao? Nao nos encontramos na cidade, mas de blog em blog a gente se esbarra.
Vc tem o texto do desaforado? Queria ler, tinham me recomendado. Mas ainda nao achei.
Bjs pr’oce, mineirim.
May 16th, 2007 at 12:32 am
Ah, sim. E btw, o teu texto soh aumentou a vontade de ler o bendito. Este teu amigo cutucou uma onca velha com vara curta, haha.
January 29th, 2008 at 7:30 pm
Fifty years ago Arnaldo and I were school colleagues in Florida, USA. I would like an address where I can send Arnaldo a letter and photographs of he and his sister in Florida. Address at OGlobo is fine. Thank you.
August 6th, 2008 at 4:49 am
E alguém aí tem o e-mail dele?
Vi umas besteiras que, reza a lenda, ele falou sobre a infidelidade masculina. Mas vi também uma boa resposta às besteiras no site da Lívia. (http://liviaibm.spaces.live.com/)